Pai é preso após ter estuprado a filha de sete anos

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(Foto: Polícia Civil)

Na noite de ontem, 16, policiais civis da Delegacia de Frei Paulo e de Itabaiana, sob o comando do Delegado de Polícia Civil, Leógenes Corrêa, prenderam em flagrante um carregador de cargas de caminhão, de 27 anos. O homem é apontado pela polícia como sendo o responsável pelo estupro da filha, de sete anos. O fato ocorreu na cidade de Itabaiana.

De acordo com a polícia o homem, que terá a sua identificação preservada para poupar a vítima, foi flagrado praticando atos de perversão de forma anal, vaginal e oral.

De acordo com o delegado Leógenes Corrêa uma vizinha ouviu os gritos da criança reclamando “está doendo, está doendo”, e ao se aproximar viu o pai sair do quarto das crianças correndo e a vítima sair totalmente despida com a irmãzinha de um ano nos braços. O suspeito se recusou a abrir o portão que dá acesso ao interior da casa, e os vizinhos foram pedir ajuda na delegacia. Quando os policiais chegaram ao local foram obrigados a quebrar os cadeados para deter o homem. O homem estava na residência trancados com os filhos de um ano, dois anos e a menina de sete anos. A mãe não estava na residência. O casal tem ainda outro filho de 10 anos.

Na delegacia a vítima relatou com detalhes a perversão de seu pai o qual chegou a urinar e as ameaças. A menina estava aterrorizada e pedia para morar com a vizinha se ele retornasse para casa.

Ainda de acordo com informações passadas pelo delegado, outro fato que deixou Leógenes Corrêa e os policiais civis revoltados foi o que chamam de negligência do diretor do Instituto Médico Legal (IML) que apesar de avisado às 23h50 deixou a vítima aguardando naquele órgão até às 05h30 desta quarta-feira, 17.

As informações repassadas pelo delegado dão conta ainda que depois de ter avisado várias vezes que estava chegando no plantão, mandou informar que não iria comparecer mais ao trabalho, e que iria deixar o atendimento para ser feito por outro médico a partir das 07h30. A delegacia também tomou conhecimento de que os conselheiros tutelares informaram que para não fazer o exame em crianças vítimas de abuso o diretor estaria até exigindo a carteira de identidade.

Com informações da Polícia Civil

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