Projeto Golfinho inicia atividades e propõe a inclusão social nesta sétima edição

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Diversão e aprendizagem marcam a sétima edição do projeto
Teve início hoje, 7, a sétima edição do Projeto Golfinho que irá atender crianças e jovens de sete a 17 anos com atividades diversas, uma boa opção para as férias escolares. Nesta edição participam os alunos dos colégios estaduais Oito de Maio, Juscelino Kubitschek e Acrísio Cruz, e pela primeira vez jovens com deficiência auditiva assistidos pela Associação de Pais e Amigos dos Deficientes de Audição (Apada) também estão sendo contemplados.

Neste primeiro dia de atividades, que durou a manhã inteira, os participantes aprenderam algumas dicas sobre prevenção contra afogamentos e como se comportar no mar. Para alguns foi o momento também de aprender a nadar, como é o caso de Bianca Figueiroa, 10 anos. “Aprendi muita coisa hoje, mas o que eu gostei mais foi de aprender a nadar. Não achei difícil”. 

Sara, Bianca e Lavínia: diversão nas férias e novas amizadas durante o Projeto Golfinhos 
“O que eu gostei mais foi de vir para a praia. Mas foi bom também porque eu aprendi sobre os perigos do mar e sobre as mudanças das maré”, ressalta, Lavínia Milena, 10 anos. Mas inegavelmente o que mais satisfaz as crianças é o fato de ter uma boa opção de lazer nas férias. “Estamos em casa sem fazer nada e aqui não, a gente vem brinca e ainda aprende muita coisa”, declara Sara Alisse.

Até esta sexta-feira, 11, estarão participando das atividades um grupo de 70 jovens e crianças. Para tomar conta de todo esse pessoal o Corpo de Bombeiros mobiliza uma equipe de aproximadamente 35 pessoas. Sempre ao final das atividades tem o banho de mar que é cuidadosamente monitorado por 15 salva-vidas. 

Tenente Eduardo ressalta a importância da inclusão de jovens especiais
As atividades envolvem muita recreação e prosseguem até o dia 25 de janeiro e durante toda esta semana um grupo de jovens com deficiência auditiva estará também compartilhando experiências e aprendendo sobre primeiros socorros, meio ambiente, higiene bucal, prevenção de afogamentos e reciclagem de lixo. Para o tenente Eduardo, responsável por esses jovens que são assistidos pela Apada, esta é um maneira muito especial de inclui-los na sociedade e transformá-los em multiplicadores de conhecimento. 

“Esse é o primeiro ano que trabalhamos com um público especial e é ótimo para que eles possam se sentir mais libertos, principalmente em contato com a água e com a areia. Estamos fazendo com que eles se insiram na sociedade. Estamos aprendendo muito com eles também, o que é importante para sabermos lidar com os deficientes quando eles precisarem de ajuda”, explica o tenente. Os professores da Apada acompanham todo o trabalho e passam as informações aos deficientes através de língua de sinais.

Inscrições

As inscrições para as atividades para os alunos das escolas públicas já encerraram, mas os filhos de servidores da Polícia Civil poderão ter oportunidade de participar do projeto. Para realizar a inscrição, o interessado deverá comparecer na Coordenadoria de Ensino e Pesquisa (Codepe) da Acadepol, no período de oito a 10 de janeiro, das 8h às 13h, com cópia da carteira de identificação funcional, duas fotos 3×4 do filho e cópia do documento de identificação ou certidão de nascimento. Inicialmente, será oferecida uma vaga para cada policial. As aulas desta turma acontecerão na última semana do projeto, de 21 a 25 de janeiro.

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