Quadrilha do Rio de Janeiro é presa em SE

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Os presos moravam no Rio de Janeiro e estavam hospedados em um hotel (Fotos: Portal Infonet)

Uma organização a favor do crime. A quadrilha presa suspeita de praticar estelionato em vários estabelecimentos comerciais na capital sergipana demonstra a forma articulada que os homens agiam. As prisões foram noticias desde as primeiras horas desta terça-feira, 7, pelo Portal Infonet.

Segundo a polícia os presos identificados como Sérvio Tulio Tavares Alencar, Walter Avilet Moreira Junior, Ricardo Nepomuceno de Oliveira e Max Clauber Valbergue e Silva se passavam por funcionários de empresas que prestavam manutenção para operadoras de cartão e praticavam a clonagem.

“Eles chegavam aos estabelecimentos comerciais e requisitavam a troca das maquinetas, repassando uma máquina do grupo com um chip que copiava os dados dos clientes. Depois de um período, eles retornavam e destrocavam os equipamentos.

Max Clauber Valbergue e Silva é apontado como chefe da organização
Com os dados em mãos eles confeccionavam os cartões de crédito”, disse a coordenadora da Polícia Civil da capital, Katarina Feitoza.

De acordo com Feitoza a prisão só foi possível por conta de uma denúncia que dava conta da atitude suspeita dos homens que estavam parados no estacionamento de um supermercado, localizado na avenida Adélia Franco, com um veículo de placa de Belo Horizonte, lotado de produtos eletrônicos.

Equipes da 1ª Delegacia Metropolitana chegaram ao local e verificaram que se tratava de suspeitos de estelionato e conseguiram prender Sérvio, Walter e Ricardo, sendo que Max apontado como o cabeça da organização criminosa conseguiu fugir e foi preso minutos depois no aeroporto, quando se preparava para retornar ao Rio de Janeiro.

Vários produtos eletrônicos foram apreendidos

Apesar de não divulgar números, a quadrilha que pode está atuando há meses na capital sergipana, pode ter gerado um prejuízo milionário no comércio. A suspeita do prejuízo é levada em conta pela grande quantidade de produtos eletrônicos que foram encontradas com os homens.

A polícia apreendeu com o grupo, mais de 50 cartões de crédito clonados, três máquinas de cartões de crédito, uma impressora para fabricar cartões; 17 notebooks, cada um custando cerca de R$1 mil; sendo um Macbook que chega a custar R$ 4 mil; cinco Playstation de última geração; máquina fotográfica digital, roupas e perfumes importados em grande quantidade.

 

Por Kátia Susanna

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