SES apresenta situação da Leishmaniose em Sergipe

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O estado de Sergipe tem 25 casos notificados de leishmaniose (conhecida como calazar) este ano. Com o intuito de diminuir esta incidência, a coordenadora de Vigilância das Doenças Transmitidas por Vetores e Antropozoonoses da Secretaria de Estado da Saúde, Vandriana Nóbrega Azevedo de Morais, apresentou no Ministério Público Estadual a situação da doença no Estado.

Deste total, oito casos da doença foram confirmados nos seguintes municípios: Aracaju, Estância, Gararu, Itaporanga e Lagarto. Na capital, existem quatro casos confirmados.  Neste primeiro semestre, ocorreram dois óbitos no Estado por leishmaniose.

Medidas preventivas e de combate à doença foram discutidas entre os representantes da saúde e do MP. “Estamos mantendo a vigilância da doença. A incidência diminuiu em relação aos últimos cinco anos”, disse a coordenadora da SES, Vandriana Nóbrega Azevedo de Morais.

Como medida de controle da doença, a Secretaria de Estado da Saúde vem treinando profissionais que atuam no Programa Saúde da Família para a vigilância, o diagnóstico e o tratamento da doença. 

Doença
A leishmaniose visceral é transmitida pelo mosquito flebótomo (também conhecido por “palha”) infectado pela leishmania, protozoário que causa a doença. O mosquito se alimenta de sangue de animais silvestres. A doença é transmitida ao homem pelo mosquito. Após a picada, a doença pode levar até 1 ano para se desenvolver. Não ocorre transmissão de leishmaniose de pessoa a pessoa.

Os principais sintomas são: febre persistente, emagrecimento, aumento do fígado e do baço e falta de apetite. O tratamento é gratuito e realizado nas unidades básicas de saúde.

 


 

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