Editora Oficial participa do 35º Festival de Artes de São Cristóvão

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Durante quatro dias – 15 a 18 de novembro – 41 títulos estarão expostos para comercialização no Salão Literário que nesta edição estará na Praça da Matriz (Foto: ascom Segrase)

Com o intuito de valorizar e dar espaço à expressão cultural de uma geração, o Festival de Artes de São Cristóvão – FASC, após um intervalo, voltou ano passado com o mesmo objetivo, dar visibilidade a produção da cultura sergipana.

E como dar visibilidade a cultura sergipana é também objetivo da Editora Oficial do Estado de Sergipe – Edise, os livros publicados pela Editora estarão no Festival. Durante quatro dias – 15 a 18 de novembro – 41 títulos estarão expostos para comercialização no Salão Literário que nesta edição estará na Praça da Matriz.  O Salão funcionará das 13h às 19h.

Ricardo Roriz, presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe – Segrase ressalta a importância do evento para a valorização cultural da geração brasileira. “O FASC aborda a diversidade que temos e traz consigo os talentos atuais espalhados pelo país. Esse incentivo cultural é de extrema importância para o Brasil, sendo ele um país multi-étnico, apresenta a sua variedade em músicas, poemas, obras, esculturas etc. E esse é um dos momentos que se pode reunir uma grande parcela da riqueza do nosso país”.

Para o prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana o evento é considerado por ele como o maior evento cultural e artístico de Sergipe e um dos maiores do nordeste brasileiro. “A ideia é fazer com que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer artistas, que elas sejam apreciadoras das manifestações artísticas e folclóricas de nosso estado, e que façam uma reflexão sobre o nosso papel neste contexto”, afirma Marcos.

Lançamentos

No dia 15 de novembro, no Salão Literário, três autores estarão lançando suas obras publicadas pela Editora, são eles: Moisés Menezes, autor do livro ‘Os Não Recomendados – A Violência Contra a População LGBT em Sergipe’; Henrique Maynart, autor de ‘Nem Copo de Cachaça, Nem Prato de Comida: A Primeira Greve dos Comunicadores Sergipanos’ e os autores de ‘Uma Luz em Minha Vida: Umbanda’, Cândida Oliveira, Fábio Maurício e Thaís Lima.

Obras da Edise disponíveis no Salão Literário

Revista Cumbuca; Os Ícones de um terremoto: golpe militar, repressão e resistência política – Paulo Barbosa de Araújo; Cadernos de Exercícios – Ivilmar dos Santos Gonçalves; Hinos e Canções Comemorativas do Estado de Sergipe – Maria Olga; Laura Ronaldo Pereira de Lima; Lemniscata ou o Intruso J. Ribeiro Neto; Terra Xokó – Um espaço como expressão de um povo – Avelar Araújo Santos Júnior; Economia Sergipana e Contemporânea – Ricardo Lacerda; Lambe-Sujo X Caboclinho – Márcio Garcez; Loucos de Todo Gênero  – Luiz Antônio Barreto; Relicário Poético de Epifânio Dória Org. José Francisco, Gizelda Morais e Naná Garcez; A Construção do desenvolvimento de Sergipe e o papel do condese: 1964-1982 – Dilson Menezes Barreto; Presença Feminina em os Lusiadas  – Ofenísia Freire; Dicionário do Nordeste  – Fred Navarro; Haveres do Século XIX: Santo Amaro: do obscurantismo à luz da história – Clóvis Bomfim; Província Eclesiástica de Aracaju: Evangelizando para a vida – Irmã Maria Eleonôra de Jesus Morais; A Psicologia da Educação: diante do legado dos Educadores  Allan Kardec & Eurípedes Barsanulfo – Rivaldo Sávio de Jesus Lima; Das Aulas Avulsas a Lycue Provincial: as primeiras configurqações da instrução secundária na província da Parahyba do Norte (1836-1884) – Cristiano de Jesus Ferronato; Eleitores e Votantes da Freguesia de Santo Antonio e almas de Itabaiana – José Rivadálvio Lima; Entre Promessas e a Realidade da Televisão Digital: estratégias da rede globo na convergência – Luciano; Leituras Kantianas – Org. Edmilson Menezes; Memórias de uma Fraternidade Cristã: a JUC e o padre Luciano Duarte – Carmen Machado e Outros; Atheneu “Pedro II” Memória e Restauro  – Josevanda Mendonça Franco; Recrutá-los jovens: a formação de aprendizes marinheiros em Sergipe e Lisboa (1868-1905) – Solyane Silveira Lima; Casa de Meninas – Josineide Siqueira de Santana; Conquista da Fé na Gentilidade Brasílica – Ane Mecenas; A Peregrinação a Divina Pastora – Magno Francisco de Jesus Santos; Representação de Homossexuais nos livros didáticos de História – Márcia Barbosa; Libertas – Lara Aguiar; Celebrações e Estudo do folclore Brasileiro – Luciana de Araujo Aguiar; Honra do Samurai- Chico Varella; Couro Curtido – Lourival Carvalho; Educação no sertão: Memórias e experiências das professoras no alto sertão sergipano (1950/1970) – Cacia Valeria de Rezende; A reestruturação dos municípios sergipanos com base na sua viabilidade financeira; André Luís Dantas Melo; Perfis Acadêmicos – José Anderson Nascimento; 123 anos – Imprensa Oficial do Estado de Sergipe – Ana Lícia de Melo Silva; Nem copo de cachaça, nem prato de comida – a primeira greve dos comunicadores sergipanos’- Henrique Maynart; O anofelino solerte – Marcos Cardoso; “Os não recomendados: a violência contra a população LGBT em Sergipe e o atendimento profissional dos casos oficiais de homofobia e transfobia”. – Móises Santos de Menezes; “Sementes de Girassóis” – Izabel Nascimento; Uma Luz em Minha Vida: Umbanda – Cândida de Oliveira; Fábio Maurício e Thais Lima.

Fonte: ascom Segrase

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