Gláucio Costa abre o jogo sobre seu forró

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Pernambucano de Maraial, o cantor forrozeiro Gláucio Costa conversou com o Portal InfoNet, numa entrevista exclusiva, pouco antes de começar seu show. Ele falou sobre seu atual trabalho, seus planos para depois dos festejos juninos e o reconhecimento do público sergipano para sua carreira. Confira a entrevista:

PORTAL INFONET – Qual seu estado de origem e quando começou sua carreira?
GLÁUCIO COSTA – Sou da zona da mata, no sul de Pernambuco. Nasci numa cidade chamada Maraial, mas atualmente moro em Garanhus e não troco meu nordeste por lugar nenhum. Iniciei há muito tempo, tocando em bailes, fazendo parte de uma banda de música que tocava de tudo um pouco. Mas há dez anos resolvi mudar e tocar apenas forró. E venho agradando.

INFONET – Qual seu mais recente trabalho?
GC – Lancei este ano meu nono CD. Trago o autêntico forró pé-de-serra, muitas música que representam minhas raízes nordestina, baseadas nas músicas do Trio Nordestino e do mestre Luiz Gonzaga.

INFONET – E quais os projetos para depois do São João?
GC – Assim que os festejos juninos encerrarem no nordeste, irei para o sudeste lançar este novo CD, “O Matuto Cantador”. Para o próximo ano, assim que começar estarei montando meu novo CD,  com meu primeiro DVD.

INFONET – O que representa o forró para você?
GC – A música nordestina já está no sangue de todos que nascem aqui. É assim que vejo o forró. Por isso acredito que deixei a banda onde cantava e passei a ser forrozeiro.

INFONET – Você já tem público cativo em Sergipe. Quais as músicas que mais fizeram sucesso entre os sergipanos e como você ver esse carinho por seu trabalho?
GC – Agradeço muito ao público sergipano que reconhece o meu trabalho e sei que eles gostam muito de algumas músicas antigas, como Mala Veia, Pra lá de bom, Dois fogões, Santo Antônio me Enganou. Por isso faço questão de tocar sempre algumas músicas antigas em meus shows por aqui. É importante que todos gostem, pois essa é a resposta de tanto trabalho e faço questão de dizer que faço isso para a alegria deles.

Por Valéria Bezerra

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