Maria Scombona lança novo CD nesta sexta

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Componentes da banda
Nesta sexta-feira, 12, a banda Maria Scombona lançará seu novo CD, no Teatro Tobias Barreto, a partir das 21h. Intitulado ‘Mais um de nós’, o CD é uma referencia a interação da nova formação da banda que hoje é formada por Henrique Teles (voz), Saulo Ferreira (guitarra), Robson Souza (baixo) e Rafel Jr (bateria). Nesta rápida entrevista, o vocalista do grupo, Henrique Teles, fala dessa mudança e do novo trabalho.

Portal Infonet – O que o público deve esperar do novo álbum da Maria Scombona? Quais as principais diferenças entre ‘Mais de um nós’ e ‘Grão’?
Henrique Teles – Não busquei comparar os dois discos. Vejo como uma coisa intuitiva: quem ouvir vai sentir diferenças e semelhanças. Creio que o importante é que nos expressamos da forma mais verdadeira possível, sendo honestos com nossa música. E isso o público pode esperar… Experimentamos…Colocamos nosso jeito musical de ver o mundo.

Infonet – De onde vem a inspiração das letras de suas músicas?
HT – Meus amigos, lugares, pessoas, acontecimentos, tudo que está à minha volta, enfim. Para onde viro meus olhos, tudo é ritmo, melodia e harmonia. É assim.

Infonet – As mudanças de componentes na banda alterou alguma coisa na sonoridade de vocês?
HT – Alterou sim. A gaita, principalmente fez muita falta. Mas foi rápido. Assim que colocamos o novo bloco na rua, todos nós percebemos que música é música, seja tocada com violão, acordeon, guitarra ou percussões, o que vale é ouvir, cantar, dançar, viajar nas idéias e se transportar pela arte.

Infonet – Vocês têm planos de incluir outro gaitista na banda?
HT- Não. Já convidamos algumas vezes Julinho pra fazer uma história com a gente, mas ainda não foi a hora. Ele é o cara. O próximo convite já está pronto: fazer um show de uma espécie de forró ‘scombônico’. Mas isso é pra o ano que vem. Vamos ver no que dá.

Infonet – Você acha que as músicas regionais tendem a ganhar força no cenário nacional?
HT – Não sei bem o que seria música regional. As coisas andam cada vez mais multiculturais e ao mesmo tempo homogeneizadas. Hoje, com a troca de informações tão intensas do jeito que a internet e o celular permitem, fica difícil falar em música regional. Mas, seja qual música for, há um sotaque. E concordo que os lugares mais remotos, com tanta tecnologia hoje disponível, têm capacidade plena de falar para o mundo inteiro. Que bom.

Infonet – Várias bandas sergipanas vão para o Sudeste tentar obter trabalho e sucesso. A Maria Scombona pretende fazer alguma viagem nesse sentido? O que vocês acham desse tipo de atitude?
HT- Morar, não. Fazer show, a gente vai sim, pra qualquer lugar, especialmente para onde as pessoas entendem a nossa língua.

Infonet – Como vocês vêem a recepção da música sergipana em outros Estados?
HT – O sotaque, a forma sergipana de se expressar, está em alta. As pessoas estão curiosas pra saber mais sobre nós, aprender coisas novas, nosso jeito de lidar com a vida, o que é uma forma até de auto-conhecimento. Com isto, todos os artistas com quem converso, relatam belas experiências em outros estados. Estamos bem na fita.

Infonet – O que falta no mercado musical sergipano?
HT – Falta realizar somente. A gente já tem tudo. Todo mundo está com vontade e vibrando pra que as coisas dêem certo. Já temos público, empresas, mídia, estúdios, profissionais, espaços… músicos, nem se fala. Está tudo aí, é só fazer com carinho e correr para o abraço.

Local de venda do ingresso- bilheteria do Teatro Tobias Barreto

Valor- O valor da entrada é  R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia) + CD Mais de um nós. Ou R$ 15(inteira) e R$ 7,50(meia) sem o CD.

 

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