Morre a poetisa Maria Cristina Gama

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A poetisa Maria Cristina Gama de Figueiredo, que também era advogada, morreu na manhã desta terça-feira, 5, no apartamento onde vivia, localizado na rua Santa Luzia. Ela era autora de diversos livros de poesia e consagrada poetisa sergipana, além de compositora. O velório ocore no vekatório da Osaf e enterro, às 17h.

“Maria Cristina Gama de Figueiredo escreve muito e escreve bem. Escreve em verso e em prosa, com elegância, riqueza vocabular, e fortes conteúdos, como já vistos em “A Próxima Índia” (1998), por exemplo, um livro maduro, de linguagem exercitada com o rigor de quem tem o discurso atualizado. No entanto, Cristina Gama publica pouco, o que concorre para que a sua obra, de excelente valor literário, não seja lida e relida pelas novas gerações de sergipanos e de brasileiros. Maria Cristina Gama de Figueiredo tem a estatura dos grandes poetas, e busca pensar a poesia com a reflexão que vai além da linguagem, para ser instrumento que a arte põe ao dispor do diálogo cultural dos povos. O “Violino Cerebrino”, verso e prosa de Cristina Gama é um livro da nova e boa literatura brasileira”, escreveu o historiador Luiz Antônio Barreto sobre a poeta.

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