Submarino Amarelo retorna ao Projeto Tamar em Aracaju

Exposição leva visitantes a uma experiência pelas profundezas do oceano e apresenta espécies pouco conhecidas da vida marinha

A exposição recria um ambiente de mergulho e aproxima crianças, jovens e adultos dos mistérios da vida marinha. (Foto: Projeto Tamar)

O Submarino Amarelo voltou ao museu da Fundação Projeto Tamar, em Aracaju, convidando o público a conhecer espécies marinhas encontradas nas profundezas do oceano. Inspirada na música “Yellow Submarine”, a exposição recria um ambiente de mergulho e aproxima crianças, jovens e adultos dos mistérios da vida marinha. A exposição pode ser visitada todos os dias, às 10h30, 11h30, 14h e 16h na Fundação Projeto Tamar, localizada na Av. Santos Dumont, 1010, Atalaia.

O percurso da exposição conduz o visitante por um ambiente inspirado nas zonas profundas do mar. Ao longo do caminho, ilustrações nas paredes funcionam como pistas do que será encontrado nos aquários, que reproduzem os habitats naturais das espécies apresentadas. Da moreia timbalada ao tubarão pintado, passando pelo enigmático peixe-bruxa e pela curiosa barata-gigante, a experiência revela espécies desconhecidas que, até pouco tempo atrás, só podiam ser vistas em ambientes que, para o ser humano, só é possível alcançar a bordo de um submarino.

Além de apresentar a biodiversidade das profundezas, o Submarino Amarelo funciona como instrumento de sensibilização ambiental. Ao longo do percurso, o visitante descobre que proteger as tartarugas marinhas também significa conservar todo o ambiente marinho e compreender a rica biodiversidade de uma das regiões mais misteriosas e menos exploradas do planeta.

Pesquisa

A ideia da exposição nasceu a partir de pesquisas científicas, realizadas pela Fundação Projeto Tamar com foco na conservação das tartarugas marinhas, com anzóis circulares, que reduzem os impactos da captura acidental pela pesca.

Ao longo desses estudos, que integram o Programa Nacional de Redução das Capturas Acidentais de Tartarugas Marinhas pela Pesca (PNRTM), os pesquisadores passaram a acessar grandes profundidades do oceano em Praia do Forte, entre 200 e 1.200 metros, o que resultou não apenas na proteção das tartarugas, mas também na descoberta de novas espécies e em avanços no entendimento da biologia dos animais que habitam as profundezas do oceano.

Foi nesse contexto que pesquisadores identificaram espécies novas para o mundo, além de novos registros de famílias e gêneros para o Brasil e para o Atlântico Sul. Algumas dessas descobertas podem ser conhecidas de perto na exposição, aproximando o público da ciência de forma acessível, curiosa e envolvente.

Serviço
Local: Fundação Projeto Tamar
Endereço: Av. Santos Dumont, 1010, Atalaia, Aracaju
Sessões: todos os dias, às 10h30, 11h30, 14h e 16h
Telefone: (79) 3243-3214

*Com informações da Fundação Projeto Tamar

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