Banco do Brasil incentiva desenvolvimento sustentável

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Executivos do Banco do Brasil responsáveis pela estratégia de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) visitaram, nesta quarta-feira, comunidades de Japaratuba, Riachão do Dantas e Campo do Brito. Eles acompanharam o andamento de projetos voltados ao fortalecimento da economia na área do artesanato e agricultura. Com a estratégia DRS, o BB visa impulsionar o desenvolvimento através de cadeias produtivas economicamente viáveis, socialmente justas e ambientalmente corretas, respeitando a diversidade cultural de cada região.

Ao todo, a iniciativa contempla 49 municípios sergipanos, que já receberam do BB e Fundação Banco do Brasil mais de R$ 11 milhões. A estratégia DRS tem como base o incentivo ao associativismo, cooperativismo e aumento da produção. O Banco do Brasil entra com os capitais humano, social e financeiro, associando essas novas práticas à sustentabilidade e à cidadania.
A visita dos executivos do BB a projetos da estratégia DRS no Estado começou no Clube de Mães, em Japaratuba, onde são realizados projetos na cadeia produtiva do artesanato, que beneficiam 120 bordadeiras.

O gerente executivo do DRS, Hércules Antônio Xavier disse que em Japaratuba foi testemunha da realização de um sonho da comunidade. “O Banco do Brasil participa dessa realidade, pois é um agente de mudança na economia local,” enfatizou. Com a estratégia DRS, a atividade do bordado, característica da região, foi otimizada. As participantes da Associação das Bordadeiras de Japaratuba foram capacitadas com cursos e orientadas por técnicos sobre o padrão e quantidade das peças para melhor atender às demandas do mercado.

Atualmente, as artesãs estão diversificando os temas de seus bordados, introduzindo elementos do folclore da região e alusivos ao artista Artur Bispo do Rosário. O Banco do Brasil também financia a matéria prima e outros recursos necessários à otimização da produção artesanal em Japaratuba. Com o apoio da instituição, recentemente as bordadeiras fizeram sucesso na Feira Nacional do Artesanato, realizada em Belo Horizonte. Para a presidente da Associação das Bordadeiras, Maria Pereira, as ações do Banco do Brasil estão ajudando a preparar um futuro melhor para as próximas gerações, pois agora as bordadeiras agora começam a trabalhar com um negócio mais estruturado.

Na segunda etapa da visita de acompanhamento à estratégia DRS em Sergipe, foram visitadas áreas de cultivo de banana nos povoados Palmares e Cruz dos Palmares, em Riachão do Dantas. Os produtores recebem o financiamento do Banco do Brasil para incremento da produção e são capacitados com novas técnicas de manejo agrícola e análise do solo.

O programa prevê a criação de uma cooperativa e instalação de unidade de beneficiamento de banana. Ações paralelas ao cultivo da fruta também são incentivadas, como o artesanato da palha de bananeira. Os produtores participam ainda de treinamentos que visam a redução do índice de analfabetismo na região.

Seguindo para Campo do Brito, os executivos do BB, visitaram áreas de cultivo de mandioca. Através de parcerias, os agricultores foram capacitados sobre novas técnicas e equipamentos apropriados para o cultivo e pretendem incrementar a produção, que agora conta com assistência especializada. São cerca de 800 famílias de três associações beneficiadas com a Estratégia DRS no município. O Banco do Brasil também viabilizou em Campo do Brito recursos para a aquisição de equipamentos e construção de galpão para armazenamento da produção.

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