Comércio pode vender 10% a mais que 2009

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O subgerente Roberto Conceição diz que o aumento é reflexo do 13º salário
Os comerciantes estão otimistas com as vendas para as festas de final de ano. O pagamento do 13º contribue significativamente para alavancar as vendas de Natal e Réveillon. 

Para o subgerente de uma loja de calçados, localizada no centro da cidade, Roberto da Conceição Silva, a expectativa é grande e já reflete no comércio da capital. “Já estamos com um aumento bom, já há uma movimentação na loja e a expectativa é que esperamos um crescimento em torno de 7% a 8% a mais do que no ano passado e isso é reflexo do 13º pago aos servidores”, disse.

Para Gustavo Ramiro a loja teve um aumento de 20% nas vendas
Confirmação compartilhada pelo vendedor de uma loja de eletrodoméstico, Gustavo Ramiro, que acredita que o aumento deve se estender ao mês de janeiro. “Do início do mês de novembro até a quinzena de dezembro desse ano, tivemos um aumento de 20% nas vendas em relação ao ano anterior. Após esse mês de festa, ocorre o saldão de Natal em janeiro e o aumento deve continuar, pois realizamos uma liquidação, onde tudo sai pela metade do preço, o que continua atraindo os consumidores”, informa Gustavo Ramiro.

Aumento nas vendas já é esperado

De acordo com o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), Samuel Schuster, os comerciantes esperam um aumento nas vendas e isso se deve a vários fatores. “Desde o dia 1º de dezembro começou o aquecimento das vendas e a expectativa é que ocorra um aumento de 10%

se comparado ao mesmo período do ano passado. Os fatores são diversos, como a melhoria na renda dos brasileiros, facilidade de pagamento e a alguns brasileiros estarem entrando no
Segundo Samuel Schuster da CDL, o aumento se deve a vários fatores 
mercado consumidor”, destaca Samuel Schuster.

Segundo o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe (Fecomércio), Abel Gomes, a expectativa é que o aumento no varejo chegue a 5%. “Ainda não temos dados, mas acreditamos que o índice chegue a esse percentual, no entanto, pode variar, pois vai depender de loja para loja. A venda de celular, calçados e também de eletrônicos estão em alta e isso também deve refletir nas vendas”, disse o presidente da Fecomércio.

 

 


 

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