Lucro líquido do Banese cresce mais de 21%

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O Banco do Estado de Sergipe (Banese) registrou no primeiro semestre deste ano um lucro líquido de R$ 12,3 milhões, um crescimento de 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando atingiu R$ 10,1 milhões. A diferença na evolução do Resultado Operacional em relação ao Lucro Líquido deve-se ao fato de que em 2004 a instituição financeira obteve a recuperação de créditos tributários significativos que contribuíram para uma redução das despesas tributárias, o que não se repetiu em 2005.

“Estes números mostram e não deixam dúvidas, que o Banese está sabendo aproveitar as brechas de crescimento que o mercado oferece. É um grande feito para o banco que atua num segmento econômico que possui concorrentes agressivos, incluindo grandes bancos de renome nacional, mas que quando chegam aqui na nossa área de atuação, que é Sergipe, não conseguem nos superar”, disse Juraci Aragão.

Aragão, disse que outro número importante, porque mostra como o banco está sólido e capitalizado, é o coeficiente de solvência de 23,1%, acima do dobro do mínimo exigido pelo Banco Central que é 11%. Isso significa dizer que o capital exigível para que o banco esteja enquadrado no Acordo de Basiléia é de R$ 53,0 milhões, valor este superado em muito pelo banco que conta com um Patrimônio Líquido de R$ 109,0 milhões. “Esta informação mostra o quanto estamos fortes”, comentou.

“Estamos orgulhosos em dizer que nesta administração, passamos do estágio de milionários para o de bilionários”, brincou o presidente do Banese, Jair Araújo, que coloca a responsabilidade deste crescimento primeiramente na retomada do planejamento estratégico, que tem dado a régua e o compasso para que estas transformações administrativas que visam acompanhar as principais tendências de mercado e dar a competitividade necessária ao banco.

Por Eugênio Nascimento e Marcos Cardoso

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