Sudene quer evitar o efeito rebanho

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Paulo Fontana, superintendente da Sudene / Foto: Arquivo Infonet
O Presidente da FIES, sr. Eduardo Prado, não quis comentar a crise internacional. “Deixa passar para ver o que acontece. Qualquer hora dessas tudo isso vai parar”. Em tom de brincadeira, ele disse que, do jeito que a coisa vai ele é que vai pagar ao banco para ter seu dinheiro guardado.

Já o superintendente da Sudene, sr. Paulo Fontana, disse que tenta falar pouco sobre essa crise “para evitar o chamado efeito rebanho”. Na Sudene, segundo ele, os incentivos não mudam, mas o órgão prefere aprovar novos projetos industriais de empresas com equipamentos no máximo de nacionalização. Seria um meio de garantir o dinheiro dentro do mercado e abrir postos de trabalho.

Por Ivan Valença

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