Defesa Civil promove ciclos de palestras sobre prevenção de desastres

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Palestras ocorrem no auditório da didática VI da UFS (Foto: reprodução)

Cerca de cem pessoas, entre alunos e professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS), profissionais das defesas civis municiais e estaduais e integrantes do poder público, participaram nesta quinta-feira, 11, dos ciclos de palestras da Semana Nacional de Redução de Desastres. O evento foi realizado no Campus São Cristóvão, da UFS.

“Esse evento foi uma forma do poder público se aproximar da comunidade acadêmica para que juntos possam melhorar ainda mais a nossa maneira de atender a comunidade”, avalia o Ten. Col. da Defesa Civil, Alexandre Alves ao destacar que o encontro propiciou o debate de ideias, metodologias e projetos a fim de tornar a Defesa Civil mais eficaz nos segmentos de prevenção, mitigação, resposta e recuperação aos desastres naturais.

Ten. Col. Alexandre Alves durante uma das palestras (Foto: reprodução)

Embora no estado de Sergipe, assim como em outros estados e regiões do Brasil, não ocorra grandes desastres naturais, como terremotos, maremotos e tsunamis, a região nordeste, em particular, enfrenta períodos de extrema seca e grandes inundações. Uma das palestras do evento, “Lotação de poços no combate à seca”, buscou orientar os profissionais sob como agir em períodos tão ambíguos. “Nós tratamos aqui de erosão costeira e tratamos também de inundação, que estão relacionados com períodos de chuvas intensas. Portanto, o estudo da geologia abrange esses dois binômios: a escassez hídrica e a abundância de água”, relata.

Ainda de acordo com o Tenente Coronel, os ciclos de palestras trouxeram um olhar abrangente para outras questões, a exemplo de erosão costeira, inundações, geoprocessamento. “Tudo o que foi debatido teve como principal objetivo soluções práticas para atender a comunidade em casos específicos, como longos períodos de seca. Essa discussão acabou sendo produtiva porque abordou questões técnicas e, com isso, abriu um leque de opções para melhor atendimento da população em função dos riscos resistentes na nossa sociedade sergipana”, finaliza.

Por João Paulo Schneider e Verlane Estácio 

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