Deputados falam sobre eleições de 2010

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Assembléia Legislativa

Faltando menos de um ano para as eleições de 2010, o Portal Infonet antecipa a opinião de alguns deputados estaduais com relação às coligações e novos mandatos.

Como o dia 6 de abril do próximo ano é a data limite para a formação de coligações, muitos parlamentares estão esperando a decisão dos partidos politicos para se pronunciar sobre o assunto, outros são enfáticos na posição.

Contra o chapão

Esse é o caso do Deputado Estadual Gilmar Carvalho (PR).

Deputado Gilmar Carvalho (PR)
Ele afirmou que ingressou no PR para ser candidato mais uma vez a Deputado Estadual e diz não aceitar a formação de chapão. “Ingressei no PR por entender que se trata de um grupo que cumpre todos os compromissos assumidos. Significa dizer que nós não aceitamos em hipóteses alguma qualquer discussão sobre formação de chapão”, afirma Gilmar ressaltando ainda que quando foi para o partido houvesse o compromisso do partido de apoiar o governador Marcelo Déda.

Críticas ao Governo

O deputado Augusto Bezerra (DEM) foi mais cauteloso ao dizer

Deputado Augusto Bezerra (PMDB)
que só vai se preocupar com coligações a partir do próximo ano e que a prioridade do DEM é fazer oposição ao governo. “O DEM está se preparando como partido para chegar as suas propostas ao povo e isso nós estamos conseguindo. A partir do próximo ano é que vamos nos preocupar com coligações e quem são os partidos que vão marchar com a gente. Nesse momento o que estamos preocupados é em mostrar a sociedade que todos esperaram muito desse governo, mas esse governo não fez nada”, enfatizou o deputado.

Chapão

“Em time que se está ganhando não se mexe”, com essa frase o deputado Wanderley Correia

Deputado Wanderley Correia (PMDB)
(PMDB) mostra a única posição clara do partido que ainda não definiu que tipo de coligação deverá seguir. “É muito difícil falar de eleição como quase um ano de antecedência porque a conjuntura política muda de uma semana para outra, de um dia para o outro, imagine de um ano para outro. Mas só tenho uma certeza caminharemos junto com o governador”, afirma.

Wanderley salienta ainda que é a favor de formar uma chapa com vários partidos da base do governo. “Tenho um entendimento particular que a gente tem primeiro que encontrar uma forma de eleger o maior número de deputados e que na medida do possível essa forma seja encontrada com todos os partidos que dão sustentação a base do governo. Ou seja, defendo uma coligação ampla com todos os partidos da base aliada do governo sem distinção”, esclarece o parlamentar.

Deputado Venâncio Fonseca (PP)
Coligações

Pertencendo a bancada de oposição o deputado Venâncio Fonseca (PP) disse que além do DEM espera a coligação com outros partidos incluindo o PSDB. “O PP é um partido que está organizado na faixa de 65 municípios do Estado de Sergipe, aonde nós já temos um trabalho realizado e voltado para uma coligação com o DEM”, falou ressaltando que o partido tem posição definida.

“O PP tem posição definida, nós iremos apoiar essa coligação. O DEM está conversando com outros partidos como o PPS e tantos outros mais. Então acho que ao se aproximar o mês de junho que é o mês das conversões, ou antes disso tenho a impressão que o ex-governador João Alves Filho já tenha concluído ás suas conversações e possa vim a fazer coligação não só com o PP, mas também com o PSDB e outros”, diz Venâncio Fonseca.

Deputada Tânia Soares (PC do B)
Aliança

A presidente do PC do B, deputada Tânia Soares é a favor de uma grande aliança em torno da candidatura do governador Marcelo Déda. “A base de sustentação que inclusive levou Marcelo Déda a vitória deve ser ampliada. Nós precisamos consolidar e trazer mais aliados para que possamos fazer uma grande aliança em torno da candidatura de Déda”, ressalta Tânia destacando que o PC do B vai discutir nomes para cargos senador, vice-governador e deputado federal.

“O PC do B vai discutir para chegarmos a nomes para fazer a chapa e levar a vitória. Deputado Estadual nós já decidimos a minha reeleição, mas essas outras ainda estamos discutindo. Deputado Federal também devemos ter candidato próprio. Senador e vice-governador nós queremos opinar também”, falou.

Por Kátia Susanna

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