Vereadores discutem regulamentação dos mototáxis

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Categoria foi à Câmara cobra a regulamentação
Durante a sessão desta segunda-feira, 10, da Câmara de Vereadores de Aracaju o assunto em pauta foi mais uma vez a regulamentação do trabalho dos mototaxistas. O vereador Fábio Mitidieri (PDT) apresentou o projeto que regulamenta a atuação desses profissionais em Aracaju e está confiante na aprovação do mesmo. No entanto, o vereador Nitinho (DEM) defende que seja feito um plebiscito para que a população possa participar dessa discussão. “Esse é o melhor caminho”, afirmou.

De acordo com o projeto de autoria de Mitidieri, apenas 500 profissionais poderão atuar na cidade, crianças menores de 12 anos não poderão utilizar o serviço, deverá ser obrigatório o uso de toucas descartáveis pelos passageiros, entre outras medidas de segurança. “Apesar de ser um tema polêmico e dividir a casa, acredito que a maioria dos vereadores são favoráveis”, acredita o autor do projeto.

Fábio aposta na aprovação do projeto
Já o líder do prefeito na Câmara, Elber Batalha (PSB) acredita que “é melhor para Aracaju que não seja regulamentado”.  “Se for regulamentado irá gerar problemas para daqui a cinco ou dez anos e é uma questão que não pode servir de bandeira política”, afirmou. Ele aposta que a melhor solução é ampliar o debate sobre este projeto que ainda deve ser aprovado pela Comissão de Justiça da Casa, para só então passar para votação em plenário.

Manifestação

Durante toda a manhã dezenas de moto taxistas estiveram presente na Câmara Municipal manifestando apoio ao vereador Fábio e cobrando a regulamentação da profissão. Para o presidente do Sindicato do Mototaxista de

Helber afirma que a regulamentação irá gerar problemas para Aracaju
Aracaju, Jailton Pereira, este é um momento especial para defender a causa.

“Estamos com esperança e temos a certeza de que será aprovado para acabar com a discriminação e prestar o serviço da melhor forma para a população”, ressalta. Segundo ele, atualmente são apreendidas de 15 a 16 motos por semana que só são devolvidas após pagamento de multa de R$ 320.


Por Carla Sousa

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