Maternidade Hildete Falcão permanece sem previsão de reinauguração

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Obras da maternidade se arrastam há mais de dois anos. (Foto: Arquivo Infonet)

Há mais de dois anos a população assistida pela Maternidade Hildete Falcão aguarda a conclusão da obra de reforma e ampliação da unidade hospitalar, iniciada em maio de 2017 e com expectativa inicial de conclusão para setembro do mesmo ano.

A obra da maternidade, que ainda não possui previsão de finalização, promete uma ampliação da capacidade de atendimento e de estruturação a partir da construção de salas de raios-X, de exames de eletrocardiograma e de ultrassom, além da criação de novos laboratórios, miniauditório e recepção com capacidade para até 40 pessoas.

Nesta quarta-feira, 18, a Secretaria de Estado da Saúde emitiu nota ao Portal Infonet afirmando que as obras continuam bastante adiantadas e informou que o Banco de Leite da maternidade está próximo de ser inaugurado. “As obras do Banco de Leite, que funcionará em um anexo da maternidade, já foram encerradas e a inauguração ocorrerá na semana que vem. Já o Ambulatório de Retorno, que também funcionará em um anexo da Maternidade Hildete Falcão, deverá ter as obras concluídas em outubro”, destacou a SES.

Início da reforma

Duas semanas após o início da reforma em 2017, o local foi visitado por uma comitiva formada pelo governador, secretários e membros da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que chegaram a citar que a obra possuía necessidade de conclusão imediata e que esta não seria uma reforma que duraria um ou dois anos. Em agosto daquele ano, a comitiva voltou ao espaço e destacou novembro como o novo mês limite para o término da reforma.

Passados dois anos, a obra demonstra um cenário de fase final para conclusão, mas, ainda assim, não há previsão para a reinauguração. Em maio deste ano, o Portal Infonet esteve na maternidade, onde produziu uma matéria em vídeo sobre o atraso na entrega da obra (Confira abaixo). Na época, a SES informou que a reabertura dependeria de um parceiro que assuma os recursos humanos da unidade, tendo em vista que o Governo não possui condições de arcar com o corpo profissional. Conforme a SES, uma parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) chegou a ser discutida, mas não houve acordo firmado.

por Daniel Rezende

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