Medo de vacina pode ser superado com orientação e autocuidado

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Boas informações podem facilitar o enfrentamento da pandemia e acelerar a cura (Foto: Divulgação/UNINASSAU)

O Brasil tem tradição em imunização, sendo considerado um dos países com maior capacidade e sucesso nessas campanhas. Mesmo assim, o povo conserva o medo de tomar vacina. Em alguns casos é possível manter os desconfortos psicológicos relacionados à pandemia sob controle por meio das redes de apoio e solidariedade, como família e amigos, ou do autocuidado com atividades que ajudem a manter uma dinâmica prazerosa no cotidiano.

O coordenador do curso de Psicologia da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Aracaju, André Mandarino, explica que, embora o país tenha conseguido erradicar doenças importantes, ainda existem muitas correntes contrárias a vacinação, principalmente por segmentos religiosos e teorias sem comprovação cientifica. “A informação vinda de fontes seguras é o meio mais eficaz para colocar a população no rumo correto do enfrentamento da pandemia e até de cura”, explica André.

Ele observa que a ansiedade acelerada em tempos de pandemia está relacionada ao medo de contaminação e evolução grave da doença. “É justificável esse temor já que o Coronavírus exprime um risco real de contaminação por ser o agente causador de uma doença potencialmente letal. Apesar disso é necessário ver a pandemia dentro do contexto da realidade. Ela já se estende por um tempo considerável e não terá fim em curto prazo. Precisamos administrar nossa rotina em bases seguras e para isso, devemos buscar informações corretas sobre as formas de prevenção ao contágio”, orienta o psicólogo.

André ressalta que é preciso seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde, manter os protocolos, mesmo estando vacinado, para prevenir o contágio visando a informação correta, como a grande arma contra a ansiedade em níveis elevados. Porém ele lembra que em alguns casos mais graves é importante buscar ajuda profissional, de um psicólogo ou psiquiatra, quando faltam forças para superar situações conflituosas.

Fonte: Assessoria/UNINASSAU

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