Campanha nas ruas

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A eleição municipal ainda nem terminou em vários estados e a campanha eleitoral para o governo de Sergipe já está nas ruas. De um lado, os irmãos Amorim tentam inviabilizar a administração do governador Marcelo Déda (PT), travando os projetos do Executivo que chegam para aprovação na Assembleia. Do outro, o vice Jackson Barreto (PMDB), pré-candidato ao governo em 2014, procura fortalecer seu projeto junto às lideranças do interior, enquanto denuncia que o grupo adversário trabalha contra os sergipanos ao ameaçar impedir um empréstimo de R$ 727 milhões, que o estado quer contrair junto à União. A antecipação da campanha trará sérias consequências para os sergipanos, pois enquanto os políticos se ocupam em trocar acusações, os reais interesses de Sergipe são relegados ao último plano. Uma pena!

Sentiu-se mal

O governador Marcelo Déda (PT) sentiu-se mal ontem e cancelou a entrevista que concederia ontem à rádio Atalaia/FM. Ele decidiu suspender por alguns dias o tratamento contra o câncer que faz em São Paulo para tentar convencer os deputados a aprovarem o pedido de empréstimo de R$ 727 milhões. Após o susto, Déda postou mensagem tranquilizadora no twitter: “São reações típicas da quimioterapia. Chatas, mas nada graves”. Ainda bem!

Audiências

O senador Eduardo Amorim (PSC) terá duas audiências, ainda este mês, com os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. O objetivo é intensificar as informações sobre o Projeto Executivo do Hospital do Câncer de Sergipe e a continuidade das obras da travessia na BR-235, trecho Itabaiana.

Parcerias

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe, Eduardo Prado, recebeu a visita do diretor presidente da Energisa, Gioreli de Souza Filho Na pauta do encontro, parcerias visando expandir os cursos oferecidos pelo Senai/SE na área de eletricidade, com adequação da grade curricular às demandas da Energisa e outras empresas.

Debate

O Fórum em Defesa da Grande Aracaju promove no dia 23 de novembro um encontro com os vereadores eleitos. O objetivo é discutir sobre o Plano Diretor, que vem sendo revisado na Câmara Municipal, trabalho que deverá se estender até a próxima legislatura. O Fórum vai apresentar o atual cenário do debate e entregar um kit com os projetos e emendas defendidas pelos movimentos sociais.

Fim de papo

A ministra Laurita Vaz, do Tribunal Superior Eleitoral, decidiu ontem que o recurso impetrado pelo candidato a prefeito de Carmópolis, Wolney Leite (DEM), perdeu o objeto, pois o demista não logrou êxito na eleição. Ele havia recorrido ao TSE contra a impugnação de sua candidatura sob a acusação de ficha suja por ter rejeitadas contas da época em que foi prefeito. Wolney perdeu a eleição para a atual prefeita Esmeralda Cruz (PT).

Suspensão

A Anvisa suspendeu ontem a distribuição, o comércio e o uso de 30 lotes do medicamento Hidroclorotiazida 25 mg, fabricado pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos. O remédio é um diurético utilizado no controle da hipertensão. É que o processo de fabricação do produto foi alterado sem aprovação da Anvisa.

No xilindró

E quem está atrás das grades é o vereador de Brejo Grande, Rogério Gonçalves. Ele foi preso ontem, em cumprimento a mandado de prisão preventiva, sob a acusação de tentativa de homicídio contra João dos Santos e a esposa deste, Roberta Marília. Segundo as vítimas, o parlamentar tentou matá-los motivado por questões políticas. Que horror!

Fim do mundo

De um popular, ontem no mercado central de Aracaju, ao ouvir que o Calendário Maia prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro próximo: “Ô pega, tanto esforço de João Alves para se eleger prefeito e nem vai assumir”. Tolice!

Do baú político

A maior preocupação da Polícia no Pré-Caju é com os lanceiros, marginais de dedos ágeis, que atacam bolsos e bolsas dos foliões. Quando era deputado estadual, Pedro Firmino resolveu prestigiar a prévia carnavalesca. Ao entrar no corredor da folia, sentiu que o bolso da calça estava sendo visitado por uma ‘mão leve’. Já no camarote, ao narrar o ataque do bandido, um político lhe perguntou de quanto foi o prejuízo. Escolado pela vida de comerciante, que começou nas feiras livres do interior e depois no mercado central de Aracaju, Pedro Firmino disse que praticamente não perdeu nada para o lanceiro. “Como a Polícia tinha alertado para este tipo de crime, antes de sair de casa coloquei no bolso da calça um maço de papeis, coberto por uma notinha de 1 real. O malandro percebeu o volume e correu dentro, mas o dinheiro está salvo aqui no bolso da camisa”, explicou Pedro, para alívio de todos.

Resumo dos jornais

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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