Desconto ensino particular:menos UNIT e Colégio do Salvador. Q fazer?

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Neste momento de pandemia, ou seja, uma situação excepcional, a sociedade sergipana poderá separar os empresários dos “empresários” que seguem aquela máxima que Karl Marx tanto escreveu: “’Sem sombra de dúvida, a vontade do capitalista consiste em encher os bolsos, o mais que possa. E o que temos a fazer não é divagar acerca da sua vontade, mas investigar o seu poder, os limites desse poder e o caráter desses limites.”

O blog vem recebendo depoimentos de pais de alunos desesperados por conta de algumas poucas escolas em Sergipe que insistem no lucro neste momento, mesmo com gastos mínimos com o ensino à distância e não dão desconto revelando o lado mais podre do capitalismo.

Esse sim é o capitalismo sujo! Em alguns Estados, como, por exemplo, SP e BA (prints ao lado), as Assembleias Legislativas aprovaram projetos determinando o desconto de, no mínimo, 30% neste momento. Em Sergipe não tem lei, mas a maioria     esmagadora das escolas estão concedendo descontos.                                                                                                                                           
E aqui nada! Nem atuação do MP e Defensoria Pública através de pedidos liminares em ação civil pública! Muito menos dos deputados sergipanos e do governador Belivaldo que nem um       hospital de campanha fez ali no Batistão! Sergipe tem um estádio enorme e fechado!

As escolas e universidades do Estado que não concedem desconto em uma situação excepcional estão tendo um lucro estrondoso porque estão praticamente com redução de no mínimo 60% de seus gastos!

UTILIDADE PÚBLICA

Para os pais de alunos que desejam lutar por seus direitos na Justiça, o blog presta um serviço de Utilidade Pública com uma análise do advogado Christian Cruz (OAB/SE 281-A – Instagram: @advocaciachristian):

O Master, CCPA, Módulo e boa parte das escolas particulares estão dando descontos. Ou seja, têm consciência da situação excepcional atual por conta da pandemia. É uma questão de respeito, consideração e consciência!

A UNIT em matéria de ensino superior e o COLÉGIO DO SALVADOR ( médio e fundamental )negam desconto aos seus alunos e pais mesmo diante de uma situação EXCEPCIONALÍSSIMA como a Covid-19 seguindo na “contramão” de diversas instituições de ensino do Estado e País que se sensibilizaram com a crítica situação econômica vivida no Estado ( rotina ) e no Brasil, ou seja, as referidas instituições de ensino optam pela “indiferença” diante do caos instalado e continuam cobrando mensalidades normais e ainda por cima aplicando multas por atraso aos já combalidos consumidores.

Para a incidência do código consumerista nas relações educacionais, é preciso analisar se o contrato é remunerado e se a instituição de ensino que presta o serviço educacional é organizada para este fim. Caso positivo, ou seja, se ocorre o pagamento pela prestação do serviço e a empresa tem como finalidade principal a prestação de serviço de ensino, então esta última se adequa ao papel de fornecedor de serviço previsto no art. 3º do Código de Defesa do Consumidor.

O artigo 421, do Código Civil, na mesma esteira de entendimento, impõe a excepcionalidade da revisão contratual e estamos diante de uma situação EXCEPCIONAL a nível mundial em face do Covid-19 que parou nossa economia dado o comportamento “maldoso” de alguns governantes que poderiam ter flexibilizado o funcionamento do comércio e indústrias como em alguns estados e países.

Art. 421. A liberdade contratual será exercida nos limites da função social do contrato. (Redação dada pela Lei nº 13.874, de 2019):

Parágrafo único. Nas relações contratuais privadas, prevalecerão o princípio da intervenção mínima e a excepcionalidade da revisão contratual. (Incluído pela Lei nº 13.874, de 2019)

Conforme previsão expressa do art. 6º, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor é direito do consumidor exigir que o contrato por ele firmado não se torne absurdamente oneroso e a forma EAD causa enriquecimento “estrondoso” à UNIT e ao COLÉGIO DO SALVADOR.

Art. 6º São direitos básicos do consumidor:

II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

Segundo o Código Civil:

Art. 422. Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato, como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé.

Trata-se de uma norma imperativa, mandatária de deveres e obrigações acessórias, com o fim de ajustar a relação jurídica à função econômico-social do contrato, em todas as fases processuais, e que impõe às partes o dever de cooperação na consecução da realização contratual.

A boa-fé objetiva possui dois sentidos diferentes: um sentido negativo e um positivo. O primeiro diz respeito à obrigação de lealdade, isto é, de impedir a ocorrência de comportamentos desleais; o segundo, diz respeito à obrigação de cooperação entre os contratantes, para que seja cumprido o objeto do contrato de forma adequada.

Temos várias recomendações de órgãos públicos solicitando às redes de ensino particulares que revejam as mensalidades em face da economia gerada nas escolas em face do EAD porque contratos foram estabelecidos a nível presencial, ou seja, no mínimo estamos diante de grande má-fé da UNIT e COLÉGIO DO SALVADOR em não conceder desconto em mensalidades até que seja restabelecida a vida normal em face do Covid-19, ou seja, situação EXCEPCIONALÍSSIMA.

Em resumo existe sim a excepcional possibilidade de revisão do contrato em face de uma PANDEMIA MUNDIAL que está destruindo a economia do mundo ocidental e mais particularmente a tão combalida economia brasileira que estava em Franca recuperação diante dos mandos e desmandos do passado sofrendo um novo golpe com a Covid-19. Não estamos diante de um simples contrato e sim de contratos educacionais havendo no mínimo quebra do princípio da boa-fé da Unit e Salvador que cobram valores cheios sem conceder pelo menos um simples desconto dada a enorme economia com o fechamento de suas instalações e a ausência de aulas práticas em um curso de Medicina. Não estamos diante de um curso de humanas e sim da área de saúde, ou seja, existe quebra de princípios básicos consumeristas e falha na prestação do serviço independente de alegação de força maior ou caso fortuito. Existe um enriquecimento ilícito por parte da UNIT em não conceder um simples desconto. ISSO É FATO!

Temos muitos Juízes sensíveis em nosso Estado e por isso o bom seriam ações individuais.

Quem tiver seus advogados que aproveite esse simples resumo e muito mais coisa pode ser alegada com base no CDC entendendo que em Direito não existe milagre podendo em alguns casos obtermos a devida celeridade ou não por parte do Judiciário, entretanto, o direito é muito bom e EXISTE SIM! Encham o Judiciário de ações e aconselho que seja individuais. A nível coletivo o melhor caminho seria AÇÃO CIVIL PÚBLICA por parte do Ministério Público e para os hipossuficientes a DEFENSORIA PÚBLICA.

Veículos nas areias das praias e solidariedade do blog à família Quem acompanha este espaço – que completa esta semana 14 anos na Infonet – sabe que nos primeiros 10 anos, quase que semanalmente, o blog fez campanha para uma fiscalização rigorosa nas areias das praias, contra os motoristas irresponsáveis que com seus carros e quadriciclos (a legislação proíbe) insistem em passear por toda extensão, principalmente em Aracaju. Aliás, quadriciclos geralmente guiados por menores cujos pais incentivadores e irresponsáveis. No fim de semana uma jovem foi vítima de uma caminhonete que passou por cima dela quando tomava banho de sol na praia em frente a um dos condomínios no fim da Sarney. O meliante fugiu e a jovem passa bem depois de se submeter a cirurgia. A culpa maior é de quem tem que fiscalizar, apreender e multar. Há muito tempo aquele acesso ao viral por veículos já deveria ter sido fechado. Quem quiser que vá por via náutica. Até quando?

 Cadê o Exército, Marinha e a Aeronáutica para combater o coronavírus? O Exército poderia estar organizando as filas das agências e casa lotéricas  da caixa econômica federal em relação a doação dos R$ 600,00. Poderia estar nos terminas de ônibus na fiscalização das máscaras. A Marinha poderia está fiscalizando as praias, os bares etc… 

 Têm restaurantes e Bares sendo aberto em Aracaju só para atender clientes especiais. Cadê o decreto para ser cumprido? Esses estabelecimentos ficam com as portas fechadas mais tendo atendimentos exclusivos. Uma autoridade descobriu tudo por dois grupos de whatsApp, inclusive com fotos de pelo menos dois estabelecimentos. A multa será pesada, mas os proprietários aguentam, só ficará chato a divulgação na imprensa quando o flagrante for mostrado e divulgado para os sergipanos, inclusive os clientes que não foram considerados “especiais”…

 Em Sergipe Del Rey tudo se sabe Tem gente que pensa que chamando clientes “especiais” e baixando as portas dos restaurantes estes mesmos clientes “especiais” aguentarão ficar sem postar o descumprimento do decreto. Tem jeito não, em Sergipe, seja a pé, de bicicleta, de moto, de mercedes, BMW ou até mesmo de carro de boi tudo se sabe. E não adianta correr pelas ruas, avenidas, areia da praia, pelas Dunas… tudo se sabe…

Deputados de SP reduzem salários. Quando os de SE farão o mesmo? A Assembleia Legislativa de SP aprovou projeto reduzindo em salários dos deputados e servidores. A Assembleia de Sergipe tem 24 deputados. O blog cobra de todos igual atitude a que os deputados de São Paulo tiveram. Quem se omite da discussão é por que é contra reduzir o gordo salário. Mas se assim for, que ao menos venha a público se justificar. Que não se esconda no corporativismo. Num país decente, e num momento de crise como este, os deputados deveriam ser os primeiros a pedir para reduzirem os seus salários, mas se vive no Brasil e em especial, em Sergipe Del Rey. A matéria de SP aqui.

Apologia à ditadura pode se tornar crime. Projeto de Rogério Carvalho. Excelente ideia Alguns da ultradireita que exercem plenamente o direito democrático de fazer manifestações conseguem extrapolar e rasgar a Constituição quando pregam AI-5, fechamento do Judiciário e do Legislativo e o retorno da ditadura. Para estes saudosos do pau de arara (machistas de araque) nada melhor que responder criminalmente por atentar contra a Constituição.

Diferenças Na justificativa, o senador Rogério Carvalho, lembra que existem diferenças imprescindíveis entre liberdade de expressão e apologia ao crime. “A liberdade de expressão é um direito fundamental previsto na Constituição de 1988, a conhecida “Constituição Cidadã”. De fato, numa democracia plena, limitar a fala pode cruzar uma linha tênue e configurar o cerceamento da liberdade de se expressar”, explicou.

Crimes Rogério Carvalho ressalta que existem crimes que podem ser cometidos através da palavra como, por exemplo, o crime de racismo, de injúria. “A palavra tem peso não apenas de ofensa, mas de cooptação de grupos radicais que difundem discurso de ódio travestidos de liberdade de pensamento. Então sim, deve haver liberdade de expressão, por outro lado, ela deve ser extremamente diferenciada da apologia à tortura e à instauração do regime ditatorial no Brasil. Afinal, que liberdade é essa que ameaça cercear as demais liberdades?”, questiona.

Regulamentação mais clara Segundo o senador, o Projeto de Lei tem como objetivo garantir, num momento de crise política, o que há de tão valioso para nós, brasileiros, que custou a vida de tantos dos nossos: a nossa jovem Democracia (com D maiúsculo como forma de respeito). “Sabemos que essa prática já constitui crime pelo texto atual da Lei, mas a proposição visa explicitar e regular de forma mais clara, devido a fatos recentes que vêm sido veiculados pela Grande Mídia e ameaçam os valores democráticos.”

Aparecida: MDB pode ter o vereador Marquinhos Pereira como sucessor de Vera Através de uma live, o vereador Marquinhos Pereira (MDB) confirmou sua pretensão de ser o candidato do MDB em Nossa Senhora Aparecida nas eleições previstas para ocorrer em outubro deste ano. Durante o bate-papo em suas redes sociais, Marquinhos reafirmou sua aliança com a prefeita Vera e argumentou que sua lealdade com a emedebista o credencia para encabeçar a chapa majoritária. O vereador fez questão de enaltecer a importância dos colegas de parlamento e conclamou a todos a também abraçar sua pré-candidatura. Até o momento apenas Marquinhos Pereira demonstrou publicamente interesse em ser o escolhido por Vera no processo sucessório.

Rondônia: isenção de dívida da Energisa gera polêmica entre os deputados. Empresa deve R$ 2 bilhões e proposta do governo reduz para R$ 700 milhões, segundo deputado Não podemos aprovar este projeto, a Energisa deve quase R$ 2 bilhões ao Estado e a proposta é pagar somente cerca de R$ 700 milhões, sendo que adquiriu as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) por pouco mais de R$ 50 mil, assumindo todas as dívidas da empresa. A Energisa ainda é alvo de investigações de uma CPI na Assembleia Legislativa, onde foram comprovadas diversas irregularidades e, suas ações vêm causando grande insatisfação popular.” O texto é do deputado estadual Adelino Follador, presidente Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Assembleia Legislativa de Rondônia. Mais aqui.

Verdade? Doente do sofá melhorou? E a PF fez a doença retornar? As perguntas são de funcionários de uma empresa estatal. O blog prefere não acreditar, mas o boato está sendo enorme. Após passar um mês em casa, um dirigente voltou ao trabalho, mas para sua surpresa, em seu retorno recebeu uma visita indesejada da PF. Será verdade? Ele e mais três coleguinhas para uma série de explicações! De apenas um paciente a doença passou para mais três, como se fosse um vírus poderoso. Haja lexotan. Será que os quatro ficaram infectados somente por conta da visita da PF? Ou é apenas um boato?

Deságios de imóveis E em tempos de coronavírus tem gente fazendo empréstimos com garantias vazias. Exemplo: que está sendo vendidos com deságios de 75% da obrigação devedora, será que foi o coronavírus? Mas como se tudo aconteceu em 2017? Ou não? Tem terrenos dados em garantias em Itabaiana, Lagarto e até em Aracaju, quem pagará está conta? Será que o agiota de todos os momentos, que passou por várias áreas e conhecidíssimo por muitos Sergipanos vai sair de boa? Será que nenhum empresário vai ajudar o blog a lembrar do nome dele?

PT tem mais comissionados no governo Bolsonaro do que o Centrão. Oxente? E agora petistas sergipanos? E o site Antagonista publicou matéria no fim de semana informando que “segundo levantamento do site Metrópoles, entre os comissionados do Estado e os servidores, o PT predomina entre os filiados políticos em serviço do governo federal. O partido tem ao menos 528 comissionados na Esplanada dos Ministérios, o que equivale a 12,37% do total de funcionários da categoria.Além disso, entre as 10 legendas com o maior número de comissionados, três são de esquerda e quatro do Centrão. A segunda sigla com mais integrantes no governo é o MDB, com 500 comissionados filiados. Em seguida, está o PSDB, com 391 membros, e o PP, com 250.”

Lagarto: Hilda Ribeiro passa vergonha ao receber puxão de orelha do governador de Sergipe Deu no site O Bolo é Grande: A prefeita de Lagarto, Hilda Ribeiro, poderia ter ido dormir sem essa. Inexperiente e com dificuldades de gerir a crise do coronavírus em seu município, ela recebeu um puxão de orelha do governador de Sergipe, Belivaldo Chagas: “Haja com competência”. Uma semana depois de apoiar a flexibilização da quarentena, anunciar na rádio Juventude FM que reabriria o comércio de Lagarto e faria até a festa de comemoração do aniversário da cidade, ela própria se contradizendo, na tentativa de sair bem na imprensa, pediu que o Governo do Estado revogasse o decreto estadual.

Sem obrigação Belivaldo teve que explicar a ela que o decreto não a obrigava de ela abrir o comércio e que ela poderia restringir o que bem entendesse dentro do município que ela administra. “Haja com a competência que o povo te deu para ser prefeita de Lagarto e não queira jogar a responsabilidade no meu colo”, afirmou Belivaldo.

Responsabilidade no colo dela “Se ela acha que eu fiz pouco, que ela faça mais. Portanto, eu devolvo a responsabilidade para o colo dela”, completou o governador, que não caiu na armadilha feita pela prefeita com o intuito de tirar vantagem da situação. Porém, o que se viu foram críticas dos lagartenses nas redes sociais, que entendem que é preciso nesse momento evitar confusão e não tentar tirar proveito político da crise.

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

Um tapa na cara da sociedade sergipana em momento de pandemia do Corona Ainda continua repercutindo negativamente nas redes sociais o aluguel de um imóvel pela Setur, por R$ 20 mil mensais quando funcionava em prédio próprio. Um desabafo de um leitor e servidor público: “Isso e uma vergonha, ele não disse que iria diminuir os gastos há 15 dias atrás no seu pronunciamento como: telefone, carros alugados etc… inclusive fazer exoneração de cargo de comissão, e agora vem com essa balela de alugar um prédio para o turismo e olhe que tem um prédio próprio sem pagar aluguel, esse é o secretário de comunicação ou de turismo será que realmente se preocupa com lado preocupante e financeiro que o Estado de Sergipe vem passando.” #AcordaBelivaldo…

O Fascínio da antonomásia de Lampião

Do engenheiro agrônomo e advogado Ailton Rocha, extraído do livro “Apagando o Lampião: Vida e Morte do Rei do Cangaço, Frederico Pernambucano de Mello:

“Nos anos 1930 – para sair do abstrato – pulularam “lampiões” por todo o Brasil e até mesmo no estrangeiro, restando claro que o célebre cangaceiro (Virgulino Ferreira) criou discípulos e êmulos:

– O Lampião de São Paulo (Anibal Vieira), costumava atuar no município de Olímpia, à frente de um grupo de cangaceiros;

– O lampião Capixaba (Levindo Neto), eliminado em Colatina;

– O Lampião do Paraná (José da Cunha0, mais feroz e temido de que o capitão Virgulino, o autêntico Lampião;

– O Lampião de Mato Grosso (Silvino Jacques), famigerado pelos saques e crimes de sangue com que mantinha em polvorosa os municípios derredor de Bela Vista, na fronteira com o Paraguai;

– O Lampião de Portugal, que agia no município de Faro, trazendo em polvorosa as freguesias montanhosas de Alvim, Adruelas e Salgueiros.


PELO E-MAIL E FACEBOOK


Banese x Coronavírus. Relatos servidores: Fiasco da diretoria cobrando consignado desgasta governador. Leia também no do Banese. 

E desde sexta-feira que o blog e colegas da imprensa recebem diversas reclamações de servidores com a cobrança dos consignados mesmo o governador informando que o Banese faria a devida suspensão por conta do atual período de pandemia.

Uma das revoltas publicadas no site NE Notícias: “Devo 89 prestações. Para quem estava aguardando ansiosamente essa proposta como única saída para a crise, SOMENTE restaram o desespero e decepção. Esse governo não perde uma oportunidade sequer de humilhar o servidor. O absurdo em números:Peguei emprestado ao BANESE: R$ 35.844,21. Devo hoje, 01.05.2020: R$ 92.204. Prorrogando apenas 2 prestações: Meu débito salta para R$ 123.165. Meu débito aumenta absurdamente R$ 30.961!!!!”

O que realmente está querendo a diretoria do banco dos Sergipanos? Outro relato. Sou servidor público e venho demonstrar minha total DECEPÇÃO a este governo:

“1 – mangar do governador;
2 – mangar dos servidores;
3 – se despedir em péssimo estilo ….;
Depois dessa é melhor realmente entregar o banco dos Sergipanos e seu governado ao descaso generalizado. Imagine a perspectiva dos servidores do estado e sua ansiedade serem alimentadas o mês de abril todo como uma boa alternativa de apoio à está pandemia. De repente, sai após tudo isso, uma repactuação de seus empréstimos consignados, uma verdadeira decepção para todos. A diretoria conserva a taxa de juros exorbitantes e quem quiser fazer a suspensão das 2 parcelas para os próximos meses, passam a pagar 8, 10 e até 12 parcelas a MAIS..”


Banese quer lucrar em cima do trabalhador Do presidente do Sintrase, Diego Araújo:

“Lucrar com a miséria alheia dos trabalhadores papel social de um banco público? Para o Banese a resposta é SIM! O adiamento das parcelas dos empréstimos em três meses que em tese era algo para aliviar as finanças dos trabalhadores em um momento tão sofrível e duro como o atual se tornou algo bem lucrativo pelo banco. Taxas absurdas estão sendo extorquidas dos servidores para que estes consigam adiar as suas parcelas. Buscando assegurar os trabalhadores e tentar contornar essa injustiça, o Sintrase já tomou as devidas providências judiciais e a situação será comunicada ao processo.”

Banese desagrada servidor De outro servidor público:

“No final de semana vários clientes que fizeram a simulação da pausa dos parcelas dos empréstimos do Banese descobriram uma triste pegadinha. Um servidor relatou que para pausar os três meses iria ao final aumentar 12 parcelas do seu empréstimo, ou seja, trocaria 3 por 12. Tem relatos mais absurdos. No perfil do banco nas redes sociais é quase unânime, todos se sentem enganados pelo governador e pela diretoria do Banese. Confiram no perfil do Banese no Instagram. Será que a diretoria pensa que o povo é besta? É lamentável que logo o Banco dos sergipanos tenha esse tipo de postura. Vários servidores estão esperando terminar a pandemia para fazer a portabilidade para outros bancos que realmente estão ajudando seus clientes nesse período de pandemia. Governador dos 500 milhões que o Sr. anunciou que sairia pelo Banese pergunte quanto já emprestaram. Faça esse teste e confira o que for dito ao senhor. Os empresários dizem que são tantos requisitos que é mais fácil e rápido pegar em bancos que não são da terra. Acorda governador!”

NOTA ESCLARECIMENTO BANESE

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) vem a público esclarecer algumas informações circuladas no dia de ontem (1), envolvendo a pausa nas operações de Crédito Consignado e de CDC (Crédito Direto ao Consumidor), que começará oficialmente nesta segunda-feira (4).

Visando estimular a economia e amenizar os efeitos negativos do coronavírus, o Banese tem trabalhado diuturnamente para apresentar soluções financeiras que estejam alinhadas as práticas do mercado financeiro, salvaguardando os interesses dos seus acionistas e demais clientes.

Vamos aos esclarecimentos:

1) A proposta do banco foi clara desde o início: pausar os contratos dos clientes através da prorrogação das parcelas em até 90 dias, tanto para operações descontadas em conta, como para operações consignadas (descontadas em folha). O Banese tem trabalhado alinhado com as diretrizes dos órgãos reguladores e à frente do mercado bancário nacional, considerando o ineditismo nas prorrogações dos contratos consignados. Pensando no cliente e nas dificuldades financeiras que possam tê-lo alcançado, o banco estruturou seus sistemas e não descansou até encontrar uma forma de possibilitar tal prorrogação. Dessa forma, a prorrogação está sendo oferecida com a manutenção da taxa de juros do contrato anterior, sem aumento no valor mensal das parcelas e sem cobrança de IOF, com a distribuição dos juros de carência nas parcelas do novo contrato;

2) As operações de CDC (descontadas em conta), mais comuns nas demais instituições financeiras, não requerem margem e nem averbação de órgãos públicos e empresas privadas;

3) Para os contratos consignados (descontados em folha), estarão elegíveis servidores públicos estaduais, municipais, federais e empregados de empresas privadas, a partir da folha de maio e considerando a viabilidade de cada órgão pagador para adequação dos seus sistemas de averbação. Para manutenção das condições anteriores do contrato, ou seja, taxa de juros e sem aumento no valor mensal das parcelas, é necessário o alongamento do prazo da operação para que seja possível a manutenção da margem do cliente e consequente averbação pelo órgão responsável;

4) A depender da data da solicitação da prorrogação do consignado, poderá ainda ocorrer o desconto da parcela atual, condicionado ao fechamento da folha de pagamento do órgão consignante. Exemplo: Os servidores que fizerem a opção após o fechamento da folha de maio, somente passarão a ter a suspensão do pagamento de referidas prestações a partir da folha de junho;

5) Para os clientes que não tiverem disponível a opção de prorrogação da parcela, a orientação é que se dirijam à uma de nossas agências. O atendimento também poderá ser feito através de chat ou agendamento, disponíveis no site do Banese;

6) Em relação as prefeituras e determinados órgãos públicos, para que seja possível a prorrogação das parcelas dos créditos consignados e manutenção das margens já consignadas, ainda serão necessários que ajustes operacionais sejam realizados pelo Banco e pelos Consignantes. As prefeituras e demais órgãos que tenham interesse em prorrogar as parcelas dos seus servidores, devem oficialmente comunicar ao Banese através de resposta ao questionamento já enviado a todas estas entidades;

7) A solicitação de prorrogação de contratos, nas duas modalidades de crédito (descontadas em folha ou em conta), são de livre opção do cliente, ou seja, cabe ao cliente avaliar as condições oferecidas, e caso esteja de acordo será concedida uma nova operação com até 90 dias de carência.


NOTA AOS COLEGAS DA EMDAGRO

Com alegria que informamos que a Emdagro começou a cumprir o acordo com a ASSEM no tocante ao Plano de Saúde dos servidores.

No dia de hoje (30), efetuamos o pagamento de R$ 180.000,00 referente à parcela 1/10 e o repasse patronal correspondente a março, no valor de R$ 42.477,55.

Ressaltamos que o sucesso das negociações se deu pela somação de esforços da Diretoria da empresa, Assessoria Jurídica, Assessoria de Planejamento.

Da mesma forma, não podemos deixar de reconhecer a interlocução decisiva do Deputado Francisco Gualberto, que não mediu esforços para o avanço das negociações.

Também não poderíamos deixar de destacar a sensibilidade do Governador do Estado, Belivaldo Chagas, do Secretário da Fazenda, Marco Antônio Queiroz, o qual se disponibilizou por inúmeras vezes em receber a mim e ao presidente Jefferson para discutirmos nossas reivindicações, bem como o apoio do Procurador Geral do Estado, Dr. Vinícius Thiago.

Buscando honrar a incumbência dada a mim pelo Presidente Jefferson, destacamos que, ao longo dos últimos 12 meses, foram várias reuniões com a ASSEM e, pontualmente, com mais de 40 associados em nosso gabinete.

Infelizmente, algumas histórias mal contadas prejudicaram o bom andamento dos encaminhamentos, atrasando ainda mais a resolução do problema. Entretanto, o profissionalismo e a determinação da Diretoria Executiva da empresa e de seus agentes envolvidos, assim como a atuação sensata e incansável do vice-presidente da ASSEM, José Airton Vieira, foram imprescindíveis para o sucesso desta batalha.

Roberto Messias
Diretor Administrativo e Financeiro da Emdagro.


ARTIGO

Pandemia – A Caixa da Morte e os Velórios. Por Antônio Samarone

O Congresso Nacional aprovou três parcelas de seiscentos reais, para que os excluídos não morram de fome durante a Pandemia. Os Partidos entraram em conflito pela paternidade do projeto.

Aprovado os seiscentos reais, começou a humilhação. Quem cadastraria os excluídos? Quem iria aparecer como o responsável por essa “bolsa família” de urgência. O Governo Federal tirou o queijo da boca dos Prefeitos, inventou um aplicativo.

Uma boa parte dos que conseguiram cadastrar-se, descobriram que estavam com o CPF “irregular”. Faltava ou sobrava uma letra no nome, ou deixaram de votar na última eleição. Era uma exigência da lei aprovada pelo Congresso (uma vitória da oposição).

Começou a primeira romaria. Milhares de excluídos bateram às portas da Receita Federal, claro com filas, aglomerações e aborrecimentos.

A catástrofe maior foi para o recebimento. A Caixa Econômica Federal não possuía e nem montou uma estrutura adequada para evitar aglomerações. O que se viu foi um Crime contra a Saúde Pública. Centenas de pessoas aglomeradas, em grandes filas, um prato cheio para o Coronavírus.

As filas da Caixa Econômica são locais privilegiados para a transmissão da Pandemia.

As mesmas autoridades que são indiferentes as aglomerações nas filas da Caixa, são rigorosas e intransigentes na proibição dos velórios e funerais. A vítima da Peste já saí direto do Hospital para a sepultura, e em alguns casos, com escala nos caminhões frigoríficos.

O que diz a Norma Sanitária sobre os velórios e sepultamentos das vítimas da Pandemia?

Não são permitidos velórios e funerais de pacientes confirmados/suspeitos da Covid -19, devido à aglomeração de pessoas em ambientes fechados. Entenderam? A proibição é para evitar aglomerações.

Claro que os profissionais que manuseiam o corpo, sem a devida proteção, correm riscos de contrair a doença.

Contudo, quando as providências higiênicas com o corpo são tomadas, e quando o corpo já se encontra em caixão lacrado, os riscos de transmissão são irrelevantes.

Vamos esclarecer.

Os vírus não se multiplicam no defunto, eles precisam de células vivas para se duplicarem. A matéria orgânica em decomposição não serve.

Após o óbito, o reconhecimento do corpo está limitado a um familiar.

Vamos aos procedimentos obrigatórios com o corpo das vítimas do Covid – 19:

Os tubos, drenos e cateteres do corpo são removidos, devido a possibilidade de contato com os fluidos corporais. O descarte de todo o material e rouparia deve ser feito imediatamente e em local adequado.

Higienizar e tapar/bloquear os orifícios de drenagem de feridas e punção de cateter com cobertura impermeável; limpar as secreções nos orifícios orais e nasais com compressas; tapar/bloquear orifícios naturais (boca, nariz, ouvido, ânus) para evitar extravasamento de fluidos corporais.

A embalagem do corpo deve seguir três camadas: 1ª: enrolar o corpo com lençóis; 2ª: colocar o corpo em saco impermeável próprio (esse deve impedir que haja vazamento de fluidos corpóreos); 3ª: colocar o corpo em um segundo saco (externo) e desinfetar com álcool a 70%, solução clorada 0,5% a 1% ou outro saneante regularizado pela Anvisa, compatível com o material do saco.

Na chegada ao necrotério, o corpo é colocado em compartimento refrigerado e sinalizado como COVID-19, agente biológico classe de risco 3.

O corpo deve ser acomodado em urna a ser lacrada antes da entrega aos familiares/ responsáveis; deve-se limpar a superfície da urna lacrada com solução clorada 0,5%; após lacrada, a urna não deverá ser aberta.

*Portanto, o corpo depois de tratado devidamente e colocado no caixão lacrado, não transmite a peste para os familiares e amigos. E se esses procedimentos básicos com os corpos não forem realizados? Nessa hipótese, os familiares correm os mesmos riscos que os profissionais que lidam com os corpos.

Sendo as normas sanitárias cumpridas, a proibição de velórios e funerais é somente para evitar aglomerações.

Por que as mesmas autoridades que são rigorosas com as aglomerações dos velórios e funerais são negligentes com as aglomerações das filas da Caixa Econômica Federal?

Os riscos são os mesmos…

PELO TWITTER



www.twitter.com/Pontifex_pt (Papa Francisco) Na crise atual, precisamos de um jornalismo livre a serviço de todas as pessoas, especialmente daquelas que não têm voz; um jornalismo engajado na busca da verdade e que abra caminhos de comunhão e de paz. #WPFD2020


www.twitter.com/andretrig “gripezinha”




www.twitter.com/alanbarretoso Esses nazifascistas sequer acreditam em Deus!

www.twitter.com/depfmitidieri Como pode o PR querer jogar a culpa das mortes nos governadores e prefeitos se foi ele quem foi na TV estimular que fôssemos as ruas, que era apenas uma gripezinha, uma fantasia que não mataria nem 800 pessoas? Criticou a OMS e seu próprio Min. da saúde por apoiarem o isolamento!


www.twitter.com/miltonandrade30 Há um silêncio sepulcral de algumas entidades de classe. Pior: o Pres. da Fecomércio, @LaercioFederal , disse que os empresários estão “muito satisfeitos com o Governo Belivaldo Chagas”. A Fecomércio recebe $$ público pra representar o setor produtivo, não fazer média com governo.


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Frase do Dia
“Na crise atual, precisamos de um jornalismo livre a serviço de todas as pessoas, especialmente daquelas que não têm voz; um jornalismo engajado na busca da verdade e que abra caminhos de comunhão e de paz.” Papa Francisco, 02/05/2020.

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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