Golpe na usura

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O Shopping Jardins está proibido de cobrar para que os donos e empregados das lojas ali instalados estacionem seus veículos naquele centro de compras. Ao acatar ação movida pela Federação dos Empregados no Comércio, a juíza do trabalho Gilvânia Oliveira de Rezende estabeleceu uma multa diária de R$ 100 mil para o caso de descumprimento da liminar. Este é o segundo golpe sofrido pelos donos do Jardim e do Riomar. O primeiro foi a forte reação dos aracajuanos contra a usura dos proprietários daqueles empreendimentos, que insistem em aumentar a renda, cobrando R$ 4 para o suplicante estacionar o carro por apenas quatro horas. Ação idêntica foi movida contra o Riomar e a população também espera uma decisão favorável. Enquanto isso, muitas lojas permanecem às moscas.

Plantonista

Desde ontem Marcelo Déda (PT) é o governador de plantão. Ele reassumiu o posto após retornar de São Paulo, onde trata de um câncer no estômago. O vice Jackson Barreto (PMDB) voltou à condição de reserva privilegiado.

Otimista

E Marcelo Déda acredita na aprovação pela Assembléia do Projeto de Lei ampliando de 15 para 25 anos os incentivos fiscais à Brahma e a outras 49 empresas instaladas em Sergipe. Segundo ele, a matéria é extremamente importante para o desenvolvimento econômico do estado e a geração de empregos. A cervejaria já teria avisado que, se o projeto não for aprovado, arruma as tralhas e vai embora de Sergipe.

Outro barco

Comenta-se nos bastidores políticos que o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, pensa em trocar o PC do B por um partido mais robusto. Ainda segundo o zun zun zum, a idéia faz parte do projeto que vem sendo construído por Nogueira para disputar uma cadeira na Câmara Federal em 2014. Aguardemos, portanto!

Portas abertas

O Museu de Arte Sacra de São Cristóvão será reaberto nesta terça-feira. Com mais de 500 peças, o museu é o terceiro mais importante do Brasil neste tipo de acervo e havia sido fechado pela Arquidiocese de Aracaju, responsável por sua administração. Resta saber até quando a Igreja Católica vai manter aquele patrimônio cultural funcionando.

Sem grana

As viúvas de ex-vereadores de São Domingos, no agreste de Sergipe, terão um Natal magro este ano. É que Pleno do Tribunal de Justiça suspendeu o pagamento de pensões vitalícias aquelas senhoras. Os desembargadores entenderam que a lei municipal criando o benefício “favoreceu pessoas específicas, abstraindo qualquer interesse coletivo”. Tem lógica!

Crime virtual

Já estão valendo as duas leis tipificando crimes na internet atos como invasão de computadores, roubo de senhas e de conteúdos de e-mail, derrubada proposital de sites e uso de dados de cartões de débito e crédito sem autorização do titular. Esta última prática, por exemplo, foi equiparada à falsificação de documento, com penas de um a cinco anos de prisão e multa.

Crueldade

Populares socorreram ontem um bode vítima de selvageria humana na zona rural de Itabaiana. O animal teve os olhos arrancados e a língua parcialmente cortada. Bastante machucado, o bode foi levado para uma clínica veterinária daquela cidade, onde recebeu os primeiros socorros. Que horror!

Salários

Os professores da rede estadual voltam a se reunir hoje à tarde em Aracaju para discutir o reajuste salarial da categoria, que ainda não saiu. Também avaliam o não pagamento este mês da diferença de gratificações. A assembleia geral está marcada para as 15h, no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Participe!

Do baú político

No livro ‘Sempre aos Domingos’, do jornalista Marcos Cardoso, o ex-governador de Sergipe, Seixas Dória, conta que se recusou a fugir quando estava preso no Arquipélago de Fernando de Noronha. Ele era colega de cela do ex-governador de Pernambuco, Miguel Arraes, que, segundo o sergipano, “falava pouco, mas tinha opiniões muito sábias. Foi um homem singular, que gostava de rapadura e que queria que eu também comesse. Mas eu não gosto de rapadura”, diz Seixas. O ex-governador sergipano relatou para Marcos que “uma vez, Arraes propôs que nós fugíssemos. No nosso quarto havia um buraco coberto com uma tampa, que poderíamos retirar e escapar por ali. Eu fiquei receoso e ponderei: ‘Como vamos sair da ilha? O continente é distante e acontece que eu não sei nadar!’. Depois íamos dar razão para que nos matassem. Aí eu o convenci do contrário”, recorda Seixas Dória.

Resumo dos jornais

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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