“Sou mais o menino”, impulsionou campanha de Déda contra João Alves

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

De quanta memória precisa uma democracia? Qual  percentagem no discurso da conveniência é preciso para se construir uma mentira?

São perguntas mais que necessárias em tempos de “fake news”, “bad news” e de retalhos emendados com discursos surrados e cuja legitimidade pode ser facilmente contestada.

Este fascinante período eleitoral é capaz de criar e destruir lastros fáticos cuja realidade pode ser mascarada através de números maquiados, alianças indecorosas e vergonha do sobrenome família. E o pior: quem é mais manipulado e dependente de forças externas tem a cara de pau de acusar os adversários da síndrome que ele mesmo sofre. Mas estes casos que cada candidato  se encarregue de explicar e informar ao eleitorado sergipano.

É tempo de falar sobre passado, presente e futuro. De elevar o nível do debate, de potencializar o senso crítico na opinião pública. É tempo de democracia e de rememorar fatos e acontecimentos que mudaram rumos e proporcionaram a legítima opinião popular no exato momento em que foram chamados a decidirem.

Exemplos de campanhas agressivas e caluniosas não caberiam em um texto para uma rápida e salutar leitura como pretende o blog. Já os bons modelos de pleitos poderiam ser contados em número inferior à soma dos dedos das duas mãos.

O blog vai se ater a dois exemplos com métodos semelhantes e resultados diferentes. A empreitada de José Serra (PSDB) em 2002 para evitar a chegada de Lula (PT) ao poder e a postura renovadora de Marcelo Déda (PT) em 2006 para quebrar a hegemonia do grupo Alves/Franco.

José Serra em 2002 – O tucano preferiu confundir os brasileiros com uma onda de desinformação cujo objetivo era provocar o medo na população numa possível eleição de Lula. Serra usou até uma atriz global, Regina Duarte, que gravou um vídeo afirmando que a estabilidade econômica seria comprometida e a inflação desenfreada e a possibilidade de o Brasil sofrer retaliação dos demais países caso Lula vencesse. “Estou com medo”, dizia a mensagem que abria o vídeo e massivamente usada na campanha do candidato que viria a ser derrotado. Lula venceu. Ganharam os mais pobres e ganharam ainda mais os banqueiros. “A esperança venceu o medo”,  comemoravam os petistas logo após o pleito. O intuito de Serra era criar um clima de desconfiança geral em virtude de Lula nunca ter assumido o poder executivo. O tiro saiu pela culatra e Lula continuou a politica econômica. Serra se resumiu a seu lugar na história.

Marcelo Déda em 2006 – Campanha acirrada. De um lado o poderoso governador por três vezes João Alves Filho (PFL, hoje DEM), dono de um espólio de ter sido ministro de estado, prefeito da capital e com fama de não perder com a caneta na mão. Do outro, Marcelo Déda, líder estudantil, ex-deputado, líder e então prefeito de Aracaju reeleito em primeiro turno. “Era a vez do menino”, anunciavam os cientistas políticos e analistas. Déda superou preconceitos enfrentou interesses diversos, teve coragem de desafiar os grupos dominantes. Venceu. E venceu bem logo a ponto de não dar chance de ir nem para o segundo turno. Foi o destemor de Déda e seu grupo que não permitiu que as forças políticas da época lhe tolhessem o desafio de governar Sergipe. Embora a campanha de João Alves lhe imputasse, ainda que em grau menor, o mesmo “medo” que Serra insinuou com Lula, a altivez do petista sergipano convenceu aos seus conterrâneos que era a hora da mudança. A alternância de poder é mais do que interessante: é imprescindível e revigora a democracia.

Portanto, competência não é herança, genética ou mercadoria que se compra no boteco da esquina. Ou se tem, ou não se tem. Independe de idade, de classe social, ramo familiar ou sigla partidária. Isso é o que interessa aos sergipanos: saber quem tem aptidão administrativa, atributos técnicos e capacidade de agregar uma equipe eficiente e colaborativa. É isto que os candidatos precisam apresentar. O resto é marketing.

Como opinativo, blog nunca escondeu preferências políticas Para desespero dos censores, desde 2006 este espaço, que é opinativo, tem posição política e ideológica clara. Nunca escondeu dos leitores suas preferências. Aliás, não é preciso citar nomes, já que nunca passou uma falsa imparcialidade. Tudo aqui é exposto claramente. Agora a tentativa de censura vindo de quem se diz democrático é algo repugnante. Após as eleições o blog vai divulgar nomes e um áudio de uma conversa para ficar bem clara a verdade para os leitores.

Blog jamais será covarde e medíocre ficando “em cima do muro” O titular deste espaço prefere o ônus de tomar posição política em toda eleição do que ficar “em cima do muro.” Alguém já escreveu que “alguns indivíduos não têm posicionamento, sofrendo com a covardia e fraqueza de suas ações por fugirem dos confrontos através de uma vida omissa e tipicamente negligente.” O melhor é falar a verdade! Quem quer agradar a todos acaba sozinho. A história está aí com diversos nomes de covardes que ficaram “em cima do muro” em momentos importantes.

Capítulo especial da novela “Pathocas de Socorro” Tem um assessor de uma ex-autoridade que no jargão popular “nunca deu um prego numa barra de sabão”, mas sempre ocupou generosos cargos em comissão. A única atividade que o privilegiado tinha era (ou ainda é) pajear o seu senhor e passar horas e horas na academia. O que impressiona é que mesmo recebendo um substancioso CC, o rapaz ostenta hoje um patrimônio incompatível com a sua renda. De onde será que veio esse “rendimento” extra? Em Sergipe tudo se sabe. E todos estão de olho nestes últimos dias. Todos mesmo!

Campanha politica faz 128 jornalistas vítimas de violência física ou digital A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo divulgou um relatório mostrando que 128 profissionais de imprensa foram vítimas de violência física ou digital feitas por políticos assessores ou militantes partidários. Os dados são preocupantes e só reafirmam a necessidade de mais participação de profissionais sério e comprometidos em não permitir que nenhuma célula germine com características autoritária ou nazifascista.

Aqui em Sergipe Del Rey tem gente doida para calar a imprensa Jornalistas que trabalham em órgãos como a revista Veja, O Globo, Folha de São Paulo, UOL, Band, SBT, RedeTV, Correio Brasiliense, Estadão, que muitos classificam como veículos de direita; ou ataques desferidos contra profissionais que atuam em órgãos mais à esquerda como The Intercept Brasil, Agência Pública, Catacra Livre, Reuters, Jornalistas Livres, Diário do Centro do Mundo. Aqui em Sergipe Del Rey tem gente doida para calar a imprensa.

Quem ganhou o debate da terça-feira? Fora a ausência de Emerson Ferreira (Rede), que causou frisson e polêmica horas antes da transmissão, o debate da terça-feira se transformou quase em um ping-pong monótono e cuja temática que poderia auxiliar o eleitorado indeciso a se decidir foi relegado a segundo plano. Não que aqui e acolá propostas não fossem ditas, apresentadas, enfatizadas, reafirmadas. Foi possível identificar lampejos de serenidade e tentativas de pautar o debate por ideias e planos de governo. Mas a tônica das perguntas livres e temas estabelecidos pela organização com tempo previamente estabelecido parece ter sido a deixa para que a maioria dos postulantes preferissem o ataque e a desqualificação daquilo que eles mesmos não são capazes de fazer ou mostrar como fariam caso fossem eleitos.

Posturas e declarações Sem fulanizar a análise é importante reconhecer, por exemplo, a postura de Milton Andrade (PMN) que preferiu centrar suas falas em dados mais concretos e até que demonstrou ter ciência de noções administrativas. O psolista Márcio Souza (Psol) se diferenciou pelo tom verdeiro como defendeu suas ideias e a postura de seu partido diante da conjuntura nacional. Eduardo Cassini (PSL) foi firme nas declarações e sempre tentando vincular suas ideias ao seu presidenciável. Mendonça Prado (Dem) e Eduardo Amorim (PSDB) repetindo um flash-back de 2014 com ataques mútuos e Valadares Filho (PSB), por liderar as pesquisas de opinião, sendo alvo de alguns concorrentes.

Tom jocoso e linguajar inadequado O ponto fora da curva foi Belivaldo Chagas (ex-PSB, ex-MDB e atual PSD). O governador foi ao debate parecendo que tinha passado por uma lavagem cerebral e orientado para agir com a famosa máxima de que a melhor defesa é o ataque. Em tom jocoso e linguajar inadequado para quem hoje ocupa o cargo mais alto do Estado, ele destoou daquele deputado inexpressivo e sem voz que sentou na Assembleia para assistir os demais usarem a tribuna.

Alguns exemplos Seus modos de um verdadeiro pândego chamou a atenção. e Evocou Eduardo Campos para informar que Valadares Filho se assemelhava ao grande ex-governador de Pernambuco (o que sinceramente não há nenhuma desonra nisso). Provocou Eduardo Amorim ao insinuar que ele seria teleguiado pelo irmão Edivan (mais tarde num dos embates entre Mendonça e Eduardo foi dito pelo tucano que Belivaldo teria procurado Edivan para tratar de assuntos relacionados ao Tribunal de Contas de Sergipe). Em síntese, o piadista Belivaldo se quis ser um personagem de “meme” para internet conseguiu.

Morno e sem atração Mas fora esta parte cômica resultante das pilhérias do Galeguinho, o debate foi morno e pouco atrativo. Fora as torcidas organizadas e as falanges pagas para ficar na internet zombado e fazendo chacota, não é exagero afirmar que pelo debate de terça pouco sergipanos indecisos tenham ficado entusiasmado em ir às urnas.

Quem ganhou foi Dr. Emerson Com todo o respeito à Democracia, à TV Sergipe, aos participantes e ao povo sergipano, quem ganhou o debate foi o cidadão que decidiu ir dormir mais cedo para não se atrasar para o trabalho na quarta-feira e o candidato Emerson Ferreira que aproveitou as ruas livres e continuou sua campanha.

Jony Marcos emite nota “Estou sendo vítima de uma distorção manipulada por pessoas que buscam difamar a minha imagem e causar prejuízos à nossa campanha. Não entrarei nesse embate e nem usarei as mesmas estratégias. Estarei hoje oficializando uma denúncia na Delegacia de Crimes Cibernéticos.” Toda a nota.

45 e 30 anos da Saese e Coopanest Com o propósito de unir os anestesiologistas que atuam em Sergipe, bem como fomentar o debate e conhecimento científico, em 1973 surgia a Sociedade de Anestesiologia do Estado de Sergipe (Saese). Quinze anos depois, era criada também a Cooperativa dos Anestesiologistas de Sergipe (Coopanest/SE), como braço econômico da categoria e de defesa profissional no mercado de trabalho. O mês de outubro é de celebração para a categoria, cuja data comemorativa é dia 16. A Sociedade de Anestesiologia do Estado de Sergipe (Saese), completa este ano 45 anos de existência.

Espírito associativo De acordo com o vice-presidente da Saese e Coopanest/SE, Ronaldo Queiroz Gurgel, a instituição conta com profissionais que atuam em todo Estado de Sergipe e nacionalmente participa ativamente das discussões científicas e em defesa do anestesiologista, fazendo-se presente em todos os eventos científicos da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), inclusive no Congresso Brasileiro. “Fortalecemos o espírito associativo e garantimos uma entidade forte e preparada para os desafios de modernizar a anestesia e aumentar a qualidade e segurança na prática diária”, afirmou.

Coopanest Fundada em 1988, a Coopanest/SE permitiu ampliar os horizontes dos anestesiologistas no Estado de Sergipe, fomentando a qualificação técnica e oferecendo melhores condições de trabalho, tanto no setor suplementar quanto no público. Nesta segunda-feira, 1º de outubro, a coopertativa completou três décadas de história e serviços prestados aos anestesiologistas e também à sociedade, sempre visando representar os interesses dos cooperados, promovendo a defesa econômica e o bem-estar social dos anestesiologistas, em obediência aos princípios da cooperativa.

Coopanest II De acordo com o atual presidente da Coopanest/SE e Saese, Milton Simões, o objetivo da cooperativa é conquistar, por intermédio da união de todos os cooperados, um ambiente favorável ao exercício da atividade anestésica. “A Coopanest foi criada há 30 anos e durante esse período conseguimos manter uma união entre todos os profissionais. A instituição foi crescendo e hoje é um modelo, pelo grau de organização e união”, enfatizou o presidente.

Fundação A história da Coopanest e da Saese foi de muito esforço e dedicação. Um dos fundadores das instituições foi Dr. Sinval Andrade dos Santos. “Iniciamos a nossa luta pela defesa dos anestesiologistas desde 1973, com a fundação da Saese e em 1988, com a criação da Coopanest. Com a união e cooperação de todos, ao longo desses anos tivemos muitas vitórias e conquistas para a categoria. Hoje, as duas instituições são renomadas em todo o estado de Sergipe e também nacionalmente. Para mim é um prazer fazer parte dessa história e perceber o quanto as instituições cresceram”, pontuou o fundador, que foi o primeiro presidente das instituições.

Japoatã: prefeitura conquista na Justiça direito aos royalties Um dos assuntos que mais repercutiu na mídia sergipana nesta semana foi a conquista da Prefeitura de Japoatã, que conseguiu obter na justiça o direito a receita de royalties de petróleo, que há muito tempo possui dutos de gás em seu território. No entanto, recebia apenas um valor simbólico de R$ 4mil a 10 mil mensais.

Empresa O prefeito José Magno da Silva contratou, em fevereiro de 2018, uma empresa especializada no setor que, após estudos e análises técnicas, ajuizou através da procuradoria uma ação contra a ANP no intuito de revisar os valores de repasse de Royaltes. Na Justiça Federal, o Município conseguiu, em caráter liminar, receber já neste mês de setembro, o valor médio de R$ 950 mil por mês que já está na conta da prefeitura.

R$ 33 milhões Se a decisão for confirmada nos tribunais superiores, o município poderá receber R$ 33 milhões referentes ao montante retroativo dos últimos 60 meses. “Esse valor garantirá um reforço considerável na economia do município, que será investido pela gestão em reformas das unidades escolares, na saúde e na melhoria da infraestrutura da cidade, garantindo também mais emprego e renda para a população”, detalha o prefeito José Magno.

PELO ZAP DO BLOG CLÁUDIO NUNES – (79) 99890 2018

A 13 de julho está cheia de fios e cabos dos postos soltos Pelo zap: “Tentei diversas vezes ligar para Energisa e não consigo falar com ninguém. Por acaso estava tomando café e vi uma propaganda deles incentivando a ligação nesses casos, porém o 0800 divulgado já está sem funcionar e indicam ligar para outro número. Esse outro número não chama ou cai a ligação.”

PELO E-MAIL E FACEBOOK

NOTA CBMSE

O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) informa que, em relação à denúncia feita pelos blogs Cláudio Nunes e Espaço Militar, nesta terça-feira (02), sobre problemas na viatura Auto Plataforma Aérea (APA), a manutenção da plataforma é realizada regularmente, conforme preconiza o manual de instruções operacionais da Bronto Skylift, que diz que a manutenção preventiva deverá ser realizada “trimestralmente ou a cada 250 horas trabalhadas”, sendo que a corporação utiliza-se deste último parâmetro, visto que a viatura é empregada esporadicamente.
Salienta-se, ainda, que em teste realizado na última segunda-feira (1º), no Quartel do Comando Geral do CBMSE, a plataforma funcionou operando corretamente e que a mesma é utilizada para facilitar a aproximação dos bombeiros pelas fachadas dos prédios. Contudo, apesar do grande suporte que a APA dá em ocorrências envolvendo edificações acima de três pavimentos, é importante ressaltar que existem outros mecanismos de os bombeiros atuarem, pois estas edificações são e devem ser dotadas de sistema preventivo de combate a incêndio, o que possibilita a ação efetiva e eficaz por parte das guarnições do Corpo de Bombeiros.
A instituição lamenta a ação adotada por parte de alguns militares que têm tomado atitudes deploráveis, com o intuito de denegrir a imagem da corporação, vindo a causar um pânico equivocado à sociedade sergipana. Informamos, ainda, que procedimentos administrativos internos serão adotados para apurar tais fatos.

Aracaju/SE, 02 de outubro de 2018.
Assessoria de Comunicação do CBMSE

NOTA PÚBLICA –ADEPOL/SE

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe vem por meio desta se manifestar acerca do ato de desagravo público promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SE) em frente ao Complexo de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil de Sergipe (COPE), nesta quarta-feira, 03, contra suposta violação das prerrogativas no exercício da advocacia.

A ADEPOL expressa a mais absoluta crença de que ao final das apurações nas instâncias competentes, onde serão apresentados todos os elementos de prova, a verdade prevalecerá.

O ato de desagravo consiste em pré-julgamento e afronta à tão cara presunção de inocência, mitigando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, institutos dos quais a OAB é uma histórica guardiã.

A ADEPOL não abre mão de enaltecer a trajetória do Delegado Hugo Leonardo de Oliveira Melo, ao longo dos seus doze anos de carreira e 16 na instituição policial civil sergipana, em função da reconhecida capacidade profissional e da ilibada reputação.

A Diretoria

ARTIGO

Um voo cego… por Antônio Samarone*

O presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe, doutor João Augusto Alves de Oliveira, anunciou em nota nas redes sociais, o seu voto: – “A minha maior prioridade é a segurança e a luta contra a corrupção. Por isso, escolhi Bolsonaro!” Ao exercer a sua liberdade apoiando um candidato, declaradamente autoritário, sem compromissos com a democracia, que pode suprimir a liberdade, enquanto presidente de um sindicato, o senhor assumiu uma responsabilidade perante a história.

A minha discórdia não é do caminho que o senhor escolheu. O senhor tem liberdade de opinião e escolha. A minha reação é ao senhor ter assumido um credo político enquanto presidente do sindicato. A nossa categoria é plural, possui colegas de várias matizes ideológicas, que professam diversas doutrinas políticas. Inclusive, colegas alheios a paixões políticas.

O doutor João Augusto pode argumentar: – “estou seguindo a vontade da maioria dos médicos”! Pode até ser, mas o senhor representa todos os médicos, e existe uma minoria que não subscreve a sua opção. O presidente pode ainda se defender: – “mas falei em meu nome pessoal, e não como presidente do sindicato!” Essa separação só existe na esfera da vida privada.

Quando um presidente de sindicato assume publicamente uma posição política, é impossível a separação. Nesses casos, pessoas físicas e jurídicas são politicamente as mesmas. O senhor, legalmente, representa os médicos.

Não estou discutindo a opção política do doutor João Augusto, não tenho essa pretensão. Estou discordando da postura política do presidente do Sindicato dos Médicos. Presidente, o senhor extrapolou as suas prerrogativas. A história cobrará um preço!

*CRMESE 947

PELO TWITTER

www.twitter.com/BlogClaudioNun “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”. Mateus 6:24. Em Sergipe tem advogado servindo a três senhores. Arrepare Osmário!

www.twitter.com/gondimricardo Vivemos tempos excepcionais em que a barbárie espreita; não há espaço para frases bonitinhas ou piadinhas espirituosas. Em horas graves, sejamos sóbrios e, igualmente, graves.

www.twitter.com/FlaRobSal Reza a lenda que a Marina caiu tanto nas pesquisas, que já estão chamando ela de SubMarina.

www.twitter.com/jrobertotgomes Pessoas que confundem falta de civilidade e de urbanidade com sinceridade acachapante são ao fim e ao cabo apenas mal educadas e não autênticas…

www.twitter.com/oMarioSousa Você também tem vontade de dar uma mãozada naquela pessoa que nunca atende uma ligação?

www.twitter.com/Milton_Junior80 Tenho e não escondo minhas preferências políticas. O debate é válido desde de que seja no campo das ideias. Fora disso, não há diálogo. Eu tenho um lado e não escondo. Respeito as posições de todos e só espero reciprocidade. #ApoieHaddadManu

www.twitter.com/AntonioSamarone No inferno, os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolheram a neutralidade em tempo de crise. Dante Alighieri.

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Frase do Dia
“Todo homem traz dentro de si o menino que foi.” Antoine de Saint-Exupéry.