Violência assusta

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A violência segue assustando os sergipanos. A criminalidade faz vítimas em todo o estado, mas sua ação é mais sangrenta na grande Aracaju, onde matar virou uma rotina para a maioria dos bandidos. As páginas policiais dos jornais e os programas radiofônicos atestam que o crescimento de todas as formas de violência urbana e rural tem sido avassalador. Enquanto o governo dá mostras de inércia no combate à criminalidade, Sergipe se destaca negativamente quanto aos impressionantes índices de violência. Até quando seremos obrigados a conviver com essa situação de horror e medo? O poder público precisa agir rapidamente para pôr um fim a este sinistro quadro que assola a população e envergonha a todos nós. Até porque essa incapacidade expõe a fragilidade da nossa política de segurança pública.

Fez o quê?

Entre os homenageados com a Medalha Mérito Legislativo da Câmara dos Deputados está o dublê de político e empresário Edvan Amorim. A solenidade de entrega da honraria acontece às 15h de hoje, no Salão Nobre da Câmara Federal, em Brasília.  A Medalha foi instituída para homenagear cidadãos, instituições, campanhas, programas ou movimentos de cunho social que contribuíram com o Brasil. Qual teria sido a contribuição de Edvan ao país?

Quem ti viu

Há gente graúda no PT pregando que o prefeito eleito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), seja tratado como se fosse um aliado. O moço entende que depois de vencer as eleições no 1º turno o demista passou a ser visto com a ‘noiva’ que todos querem levar para o altar político em 2014. O que será que a militância petista acha disso?

Muda pouco

Ha quem garanta que a “profunda” reforma administrativa imaginada pelo governador Marcelo Déda (PT) não passará de um simples remanejamento de peças. Portanto, não se assuste se João Andrade trocar a Fazenda pela presidência do Banese e se Saumíneo Nascimento deixar a Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico e da Tecnologia e Ciência para substituir Andrade na Sefaz.

Gosto de gás

E o governador Marcelo Déda (PT) retornou ontem ao batente cheio de disposição. Passou a manhã reunido no palácio com o vice Jackson Barreto (PMDB), alguns secretários, deputados aliados e ainda recebeu a visita do conselheiro do TCE, Ulices Andrade. Déda explicou que só ficará em casa quando as reações à quimioterapia o impedirem de ir ao ‘batente’. “Não ficarei trancado todo o tempo, já que tenho condições de trabalhar”, explica. Então tá!

Boa grana

O prefeito eleito de Aracaju disporá em 2013 de quase R$ 1,5 bilhão. Este é o montante do orçamento da Prefeitura encaminhado ontem para aprovação pela Câmara de Vereadores. Segundo o prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B), a previsão orçamentária cresceu 20% em relação a este ano. Quando assumiu em 2006, o comunista administrou a capital com um orçamento de R$ 547 milhões.

Fim de papo

O pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sacramentou ontem a eleição de Lila Fraga (PSDB) para a Prefeitura de Lagarto. Os ministros entenderam que a impugnação das contas do tucano pelo Tribunal de Contas da União não o tornaram inelegível. Diante desta decisão, Lila será empossado, em 1º de janeiro, como prefeito de Lagarto.

PM reduzida

É visível a falta de contingente na Polícia Militar. Pior é que a corporação fica menor a cada dia, pois muitos policiais estão indo para a reserva remunerada. Sem muitas alternativas, os oficiais vivem fazendo remanejamento, mas é como o sujeito que usa um pequeno cobertor: quando cobre a cabeça, deixa os pés descobertos. Apenas o governo não admite a necessidade de realizar um concurso na Polícia Militar. Por que será?

Sem ofensa

Em que ficou a acusação de que a Universidade Tiradentes utiliza parte da avenida José Tomaz D’Ávila Nabuco como estacionamento particular? Lembram que deputado estadual Venâncio Fonseca (PP) fez vários discursos na Assembleia e prometeu levar o caso para a Justiça? Será que a Prefeitura reclamou a área tida como pública, ou a denúncia era inverídica? Perguntar não ofende!

Do baú político

Após a apuração do 1º turno das eleições presidenciais de 2010, o PSDC promoveu um encontro em São Paulo para analisar a performance de seu candidato, José Maria Eymael, que obteve apenas 89.350 votos em todo o país. Tentando justificar a fraca votação, o presidenciável passou a fazer uma série de queixas contra os aliados, até que se dirigiu a Adelson Alves, então presidente do PSDC sergipano. “O senhor mesmo não trabalhou minha candidatura em seu estado. Por causa disso, Sergipe não votou em mim”, reclamou um magoado Eymael. Com a calma que lhe é peculiar, Adelson respondeu com uma pergunta: “E o Brasil votou no senhor?”. O candidato empalideceu e mudou o rumo da prosa.

Resumo dos jornais

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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