Antônio Francisco diz que não renuncia

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As galerias estavam cheias, o plenário, ao contrário, parecia estar vazio. Numa das últimas poltronas, sentou-se o deputado Antônio Francisco, no seu retorno ao Legislativo, depois de duas licenças de 15 dias cada uma delas. Calado, poucos parlamentares foram lhe cumprimentar. Até que foi chamado a tribuna para pronunciar um discurso. Leu-o sem esconder o nervosismo. Defendeu-se com intensidade das acusações que lhe são feitas, de ter participado das urdiduras para a morte do deputado Joaldo Barbosa. Proclamou inocência, disse não ter motivos para participar da morte de Nego da Farmácia, porque era seu amigo. Os últimos tópicos do discurso foi para se dirigir ao deputado Gilmar Carvalho, que liderou a campanha pela constituição da comissão processante para tirar-lhe o mandato. Julgou não reconhecer nele a pessoa indicada para esta campanha que maculou e feriu a ele e seus familiares. Poucos o cumprimentaram, também, ao fim do discurso. No plenário já não tinha quase nenhum deputado e nas galerias estavam muitos dos seus familiares. Antônio Francisco de volta à AL

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