“Campanha violenta”, por Diógenes Brayner

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Os dois candidatos ao Governo do Estado, João Alves Filho (PFL) e José Eduardo Dutra (PT) têm que impedir que a militância dos dois partidos entre em confronto. O clima em Aracaju está esquentando muito e já existem sinais de impaciência nas pessoas mais apaixonadas e irracionais. A beleza da democracia está exatamente no direito de se defender idéias e opções. Também de respeitar essa mesma ação de quem está no lado oposto. As agressões físicas e verbais não favorecem a ninguém e muito menos essa paixão incontrolável por uma disputa entre dois cidadãos que, em uma reviravolta qualquer, podem estar juntos para nova batalha. E ninguém pode dizer o contrário. O PT amadureceu de verdade. Diria até que “está com mais juízo”, tanto que não hesitou em aceitar acordos que, há cinco anos atrás, jamais se imaginava. Alguns militantes petistas são excessivamente violentos em defesa das idéias dos seus líderes e as defendem como se estivessem em pé de guerra, preparados para arrancar o fígado do inimigo, embora se trate apenas de uma eleição, cujos ânimos se apagam dois ou três dias depois de anunciado o resultado das urnas. Leia mais na coluna “Plenário”

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