Desembargadora nega recurso e Estado tem que pagar professores

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A desembargadora Clara Leite Resende negou o recurso impetrado pelo governo do Estado, contra a decisão anterior, e a administração continua obrigada a pagar imediatamente os R$ 4 milhões referente aos corte salarial feito nos salários dos professores, por conta da paralisação de 15 dias ocorrida durante os meses de abril e maio. Segundo a decisão da Justiça, o recurso impetrado pela Procuradoria Geral do Estado não era compatível com o processo. Agora, o governo do Estado deve cumprir a decisão sob pena de se responsabilizar criminalmente o governador e os secretários, além de acontecer o bloqueio das contas da administração estadual. “Esperamos que o governo dê o exemplo. Não é prudente que as pessoas sejam obrigadas a cumprir uma decisão judicial, enquanto o Estado não faz o mesmo”, analisa o advogado do Sintese, Franklin Ribeiro. O governo voltou a recorrer da decisão. Enquanto isso, a Justiça também já determinou que os professores desocupem o prédio da Secretaria de Administração, onde representantes da categoria permaneciam desde segunda-feira. Às 15 horas os professores farão uma nova assembléia na Associação Atlética de Sergipe. E às 17 horas será realizado um culto ecumênico na praça Fausto Cardoso.

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