População questiona falta de pavimentação no Padre Pedro

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A insatisfação continua (Fotos: Fernando Leite)

Moradores do Padre Pedro e loteamento Paraíso do Sul estão apreensivos quanto às obras da localidade. Eles estiveram no Ministério Público Federal (MPE) para solicitar do órgão uma nota técnica sobre as obras do Padre Pedro, que segundo eles, estão inacabadas. 

Segundo os moradores, as obras foram iniciadas em 2012 pela Deso, mas a insatisfação da população só aumenta, já que as ruas do Paraíso do Sul estão sem infraestrutura básica, que vão desde canal abandonado, até ruas que não possuem bocas de lobos.

O professor Fernando Leite esteve no Ministério Público Federal e entregou um abaixo assinado com mais de duas mil assinaturas mostrando a insatisfação dos moradores. O documento foi protocolado e será encaminhado a um promotor responsável que irá avaliar a situação.

“É um dinheiro público jogado fora porque não adianta fazer se daqui há dois anos tem que fazer novamente. Foi feita parcialmente e com erros. A Deso ficou com a parte de drenagem e esgotamento sanitário. Estamos cobrando as obras do Padre Pedro e o esgotamento sanitário do paraíso do Sul. Fizemos um abaixo assinado e vamos entregar no MPF. Queremos que o MPF lance uma nota técnica sobre as obras e verificar os contratos”, afirma.

Transtornos

O professor Fernando Leite entregou um abaixo-assinado mostrando a insatisfação dos moradores 

O sofrimento dos moradores já não é de hoje. Em 2010, o Portal Infonet noticiou o descontentamento da população com as precárias condições da infraestrutura do Loteamento Paraíso do Sul, no bairro Santa Maria, zona sul de Aracaju.

Deso

Em nota, a Deso informa que: “A Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) continua trabalhando nos serviços de saneamento da localidade e está tentando resolver da melhor forma possível, alguns transtornos causados pelas obras, seguindo todo um cronograma de trabalho. A meta é que ao final das obras, a população tenha uma garantia melhor de qualidade de vida e condições de saúde”.

MPF

Em contato com a assessoria de comunicação do MPF, a informação passada foi de que no momento, o protocolo ainda está em processo de registro de documento e ainda não foi distribuído para um procurador responsável, o que pode ocorrer ainda essa semana.

Por Aisla Vasconcelos

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