Fotografia digital: Arte e Dicas

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Sony e Nikon são as duas marcas indicadas pelo fotógrafo
Fotografar é uma forma de arte. É um meio, onde as pessoas podem registrar momentos, documentar fatos e passar uma idéia e/ou pensamento. Com o crescimento da tecnologia digital no mundo globalizado, é natural se tornar cada vez mais atraente a compra desse aparelho, fazendo com que as máquinas analógicas fiquem em segundo plano.

Em 2001, o repórter fotográfico da Secretaria do Estado de Comunicação Social (Secom), César Oliveira, junto com um grupo de amigos trouxeram para o estado a máquina fotográfica profissional digital. “Eu resolvi investir na fotografia digital, por conta de necessidade, já que a tecnologia é muito dinâmica e a gente precisava inovar para não ficar pra trás”, conta.

Para César, as vantagens são incontavéis, mas uma das mais importantes é a possibilidade da pré-visualização e revisão das fotos. Já as desvantagens, a única coisa que o fotógrafo destaca é um possível problema com o cartão de memória da máquina.

Analógica x Digital

César Oliveira, fotografo da Secom / Foto: Jorge Henrique
César conta que a fotografia digital não perde em qualidade em comparação às maquinas analógicas, uma vez que existem inúmeros equipamentos que atendem à necessidade de cada profissional ou leigo. “A pessoa tem que saber escolher aquela que se enquadra no que ela precisa, pois existem máquinas digitais que possuem a mesma qualidade das de filme, como por exemplo, máquinas digitais que possuem baixa resolução. É preciso saber escolher e não ir só pelo preço”.

O fotográfico acrescenta que aquelas pessoas que resistem em utilizar máquinas fotográficas digitais estão tendo que “correr atrás do prejuízo”. “A tecnologia muda muito, a cada dia surge um aparelho novo e conseqüentemente as fotos dos que buscam melhorar sempre, acabam saindo melhor”.

Banalização da fotografia

Por conta do baixo custo de algumas máquinas, César conta que na fotografia comercial, os profissionais precisam ser criativos, pois estão “competindo” com qualquer pessoa que tenha um aparelho em casa e que goste de fotografar. Já o repórter fotográfico não sofreu tanto com a banalização, pois os meios de comunicação investem em equipamentos.

“Pensando em tecnologia, nós precisamos procurar alternativas que chamem a atenção do cliente, como por exemplo, fazer books digitais; montagens; melhorar a qualidade da foto e assim por diante”, acrescenta.

Fotógrafo dá dicas de qual camêra comprar / Foto: Paloma Abdallah
Qual comprar?

Existem duas máquinas ideais utilizadas no mundo inteiro por repórteres fotográficos que César enumera como as melhores. “Para mim aparelhos das marcas Canom e Nikon são as melhores. Por exemplo, as da Canom custam em torno de R$ 12 mil reais e as da Nikon giram em torno de R$ 18 mil reais”.

Já para os armadores, César aconselha que quem adquirir uma máquina, compre as que possuem entre 5 a 10 mega pixels e de marca Sony, pois possui uma qualidade boa e é mais resistente comparada as demais.

Fotografia é…

César finaliza a entrevista dizendo que a “fotografia é a oitava maravilha do mundo [risos]”. E aconselha para aqueles que querem adentrar nesse mundo é preciso estudar e estar atualizado sempre.

Ficou curioso para conhecer os trabalhos de César? Entre em seu site e confira!

Por Mariana Rocha e Gabriela Amorim

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