Palestra sobre emancipação política incentiva a sergipanidade

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Refletir sobre Sergipe e a sua história é uma forma de preservar memórias (Foto: Pritty Reis)

Em comemoração aos 198 anos de emancipação política de Sergipe, a Secretaria de Estado Cultura, através do Conselho Estadual de Cultura, promoveu uma palestra no auditório do centro de criatividade com a presença do Prof. Dr. Antônio Lindvaldo Sousa‏, da Universidade Federal de Sergipe (UFS). O evento foi aberto ao público na última terça-feira, 17, e destacou pontos relevantes sobre o desenvolvimento econômico e geográfico do estado.

O decreto assinado no dia 08 de julho de 1820 é um marco histórico para a história do Brasil e, principalmente, para o estado de Sergipe. De acordo com o palestrante da noite, Antônio Sousa, não é possível compreender a independência de Sergipe sem relacionar a história da independência de Pernambuco, Alagoas e da Bahia.

As questões levantadas durante a palestra também evidenciaram a necessidade de maiores produções sobre a história de Sergipe dentro das academias. “Para além da individualidade, é preciso reconhecer identidades significativas da cultura popular do estado de forma coletiva e entender que Sergipe não é só os nomes ilustres que aqui passaram, mas é composta de fortes correntes artísticas e culturais”, afirma Antônio Sousa.

O secretário de Estado da Cultura, João Augusto Gama, e o superintendente executivo da pasta, Irineu Fontes prestigiaram a palestra.  “O conselho buscou trazer professores especializados no assunto para levar ao público conhecimentos específicos sobre a história do nosso estado e levantar a discussão sobre identidade”, frisa Irineu Fontes que comenta, ainda, sobre a importância para os sergipanos em entender esse processo histórico.

Para o Prof. Dr. Fernando Aguiar do departamento de museologia da UFS e membro do Conselho Estadual de Cultura, é preciso refletir o conceito de independência e contextualizá-lo dentro dos espaços públicos. “Levar essas informações culturais para todos é relevante para que nossa memória não se perca”, conclui Fernando Aguiar.

Fonte: Secult

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