Agroamigo ultrapassa R$ 2 bilhões aplicados em 2018

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Recursos beneficiaram 400 mil produtores rurais (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

O programa de microcrédito rural do Banco do Nordeste, Agroamigo, acaba de superar a marca de R$ 2 bilhões em contratações, beneficiando mais de 400 mil famílias de baixa renda, somente este ano. O montante representa crescimento de 15,55% em relação ao mesmo período do ano passado.

Criado há 13 anos, o Agroamigo já beneficiou mais de 2 milhões de agricultores familiares com volume de recursos superior a R$ 14,4 bilhões investidos na Região. Seus principais produtos são o Agroamigo Crescer, voltado para agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 20 mil, dispondo de crédito de até R$ 5 mil e juros de 0,5% ao ano; e o Agroamigo Mais, que oferece crédito de até R$ 15 mil para produtores com renda bruta anual entre R$ 20 mil e R$ 360 mil.

Novidades

Recentemente, o programa lançou um novo produto, o Agroamigo Sol, que financia investimentos em energia solar fotovoltaica no meio rural para impulsionar a diversificação da matriz energética da área de atuação do Banco do Nordeste e soma-se a conta-corrente, cartão de débito e seguro de vida como opções oferecidas ao agricultor familiar.

A partir de novembro, a população de municípios de todo o Nordeste e norte de Minas Gerais e Espírito Santo receberá serviços da ação Acelera Microcrédito, promovida pelo Banco do Nordeste. Serão oferecidos, gratuitamente, corte de cabelo, maquiagem, apresentações culturais, entretenimento para crianças e atendimento negocial das equipes dos programas de microcrédito rural, o Agroamigo, e urbano, o Crediamigo.

Sergipe

Em Sergipe, a ação será realizada em seis municípios: Simão Dias (20 de novembro), Estância (22 de novembro), Lagarto (4 de dezembro), Itabaiana (6 de dezembro), Nossa Senhora da Glória (11 de dezembro) e Propriá (13 de dezembro).

O programa totaliza volume de R$ 77,6 milhões em contratações, destinadas a mais de 15 mil famílias de baixa renda, somente este ano em Sergipe.

Fonte: Banco do Nordeste

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