Vendas no varejo sergipano subiram 1,1% em outubro

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A alta interrompe a queda de –0,1% registrada em setembro, frente a agosto. (Foto: IBGE)

Em outubro de 2020, o comércio varejista em Sergipe avançou 1,1% frente a setembro, na série com
ajuste sazonal. A alta interrompe a queda de –0,1% registrada em setembro, frente a agosto. Esse é a
segunda menor variação no volume de vendas no varejo desde abril, quando as medidas de
distanciamento social resultaram em uma queda de –17,9% nas vendas.

Na série sem ajuste sazonal, ma comparação com outubro de 2019, porém, esse é o melhor resultado do
ano: alta de 6,0% no volume de vendas. Para esse indicador, registrou-se a terceira alta consecutiva, com
variações crescentes: 2,3% em agosto, 5,8% em setembro e, agora, 6,0% em outubro. No acumulado de
2020, todavia, o volume de vendas ainda está abaixo do registrado no acumulado janeiro a outubro de
2019. Em outubro, esse índice registrou –4,9%, o melhor valor desde março. No acumulado dos últimos
doze meses (novembro de 2019 a outubro de 2020), também há perda de –4,2% no volume de vendas, na
comparação com os doze meses anteriores (novembro de 2018 a outubro de 2019). Também para esse
indicador, a queda é a menos intensa desde março de 2020.

No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o
volume de vendas em outubro recuou 0,1% frente a setembro, na série com ajuste sazonal, a primeira
variação negativa desde abril. Na comparação com outubro de 2019, entretanto, registrou-se a terceira
alta consecutiva, com variação de 7,3%. Na variação acumulada de 2020, houve queda no volume de
vendas (–5,4%). Por fim, no acumulado dos últimos doze meses, registrou-se –5,1%.

Nacionalmente, sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta

Para o Brasil, a alta entre outubro e setembro foi de 0,9%. O acréscimo de 0,9% no volume de vendas do
comércio varejista na passagem de setembro para outubro de 2020, na série com ajuste sazonal, teve
taxas positivas em sete das oito atividades pesquisadas: Tecidos, vestuário e calçados (6,6%), Livros,
jornais, revistas e papelaria (6,6%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação
(3,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,3%), Outros artigos de
uso pessoal e doméstico (1,9%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%) e Hipermercados, supermercados,
produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%) influenciaram positivamente o resultado geral do varejo. Por
outro lado, o setor de Móveis e eletrodomésticos (-1,1%) apresentou recuo nas vendas frente a setembro
de 2020.

Na comparação com outubro de 2019, o comércio varejista cresceu 8,3%, com equilíbrio entre taxas
positivas e negativas. Os setores de Móveis e eletrodomésticos (21,9%), Outros artigos de uso pessoal e
doméstico (18,4%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,8%) e Hiper e
supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,3%), impactaram positivamente o indicador. Já as quedas ficaram por conta de Livros, jornais, revistas e papelaria (-33.1%), Equipamentos e materiais para
escritório, informática e comunicação (-10,9%), Combustíveis e lubrificantes (-5,4%) e Tecidos, vestuário e
calçados (-2,6%).

Vendas sobem em 22 das 27 Unidades da Federação na comparação com outubro

Na passagem de setembro para outubro de 2020, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de
vendas do comércio varejista mostrou acréscimo de 0,9%, com predomínio de resultados positivos em 22
das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Bahia (3,5%), Piauí (3,1%) e Mato Grosso do Sul (2,9%).
Por outro lado, pressionando negativamente, figuram cinco das 27 Unidades da Federação, com destaque
para: Tocantins (-5,4%), Roraima (-2,2%) e Pará (-0,7%).

Fonte: IBGE

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