Clássico morno no Batistão

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O bicolor Batistão recebeu o maior clássico do futebol sergipano na tarde de domingo, 15: de um lado tudo é azul, do outro quem manda é o vermelho. Enquanto o torcedor do Sergipe levou sua tradicional camisa gigante para a arquibancada, a torcida azulina gritava em uma só voz seu amor pelo Dragão. No campo, empate sem gols e nenhum espetáculo.

Veja a tabela de classificação

Os dois times começam com boas oportunidades, mas logo os bons lances dão lugar às faltas. Os jogadores do Dragão reclamam bastante da arbitragem, que deixou de marcar algumas penalidades, e o torcedor do Sergipe se irritava com a

falta de pontaria dos atacantes.  Nos últimos 20 minutos da primeira etapa, os jogadores pouco chegavam às grandes áreas e o jogo seguia morno até o intervalo.

Sergipe melhora

Logo no começo do segundo tempo, o técnico Quintino Barbosa, em sua primeira partida como treinador do Mais Querido, trocou Hugo Henrique pela revelação Viola, dando uma melhor dinâmica à equipe rubra. O Sergipe então passou a armar melhor as jogadas, perdeu poucas bolas e era superior ao Confiança em campo.

Aos 32 minutos, o zagueiro Bira avançou rumo á área do goleiro Érico, do Sergipe, passou a zaga rubra, chegou à pequena área, mas só assustou a torcida do Mais Querido, já que a bola não balançou a rede. Ao término da partida o técnico do Confiança, Luiz Carlos Cruz, lamentou que o time não repetiu as boas atuações e elogiou o adversário. “Talvez tenha sido a melhor partida deles até agora”, diz.

Próximo passo

Na próximo quinta, 21, o Confiança enfrenta mais um desafio. Após dois clássicos seguidos, o dragão disputará três pontos com o Sete de Junho, vice-líder na tabela e a sensação do Sergipão 2009. Já o Sergipe recebe o lanterna Guarany, de Porto da Folha, no João Hora, na mesma data.  

Por Glauco Vinícius e Raquel Almeida

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