Após polêmica, Governo quita pagamento da Carreta da Mulher

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Governo quitou a Carreta da Mulher (Foto: SES)

Após diversas polêmicas envolvendo o Estado e a empresa responsável pela Carreta da Mulher, o Governo informou que pagou a segunda parcela e quitou o pagamento do veículo especialmente fabricado para a realização de exames e diagnósticos do câncer de mama. A primeira parcela foi paga no dia 26 de fevereiro e a segunda parcela, no valor de R$ 1.896.996,50, foi paga nesta segunda-feira, 1º.

Com a quitação, a Secretaria de Estado da Saúde fará um planejamento para direcionar o funcionamento da carreta, dentro de uma estratégia integrada com os serviços prestados pela rede e também pela Carreta do Hospital do Amor, que está atendendo no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism).

Para que o pagamento fosse realizado, a equipe técnica do Hospital de Amor, de Barretos (SP), realizou vistoria técnica dos equipamentos. O relatório detectou a necessidade de alguns ajustes, que poderão ser feitos sem nenhum prejuízo ao erário público.

A carreta da Mulher se soma ao atendimento prestado pelo Caism e pelas clínicas credenciadas. Além dessas duas carretas, o Estado autorizou licitação para outro veículo que atenda o público feminino.

Relembre o caso

A polêmica envolvendo a Carreta da Mulher começou quando o empresário Márcio Guitton, responsável pelo contrato, anunciou que veículo estava pronto há quase sete meses, mas não foi entregue por falta de pagamento. O dinheiro é oriundo da sobra do duodécimo do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que pactuou com o Governo do Estado, no ano de 2017, que os recursos seriam devolvidos para a aquisição deste tipo de carreta. O assunto foi discutido no Ministério Público do Estado, que ajuizou ação pedindo que o Estado tomasse providências para colocar a carreta em funcionamento.

Governo e  empresário entraram em acordo. O Governo pagou a primeira parcela no valor de 30% do bem e se comprometeu a pagar os 70% restantes depois que a equipe técnica do Hospital de Amor, de Barretos no Estado de São Paulo, concluísse a vistoria dos equipamentos.

Com informações da ASN

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