População deve estar atenta para a importância da vacinação

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Apesar do período de pandemia, os municípios continuam com suas estratégias de ação vacinando contra as doenças imunopreveníveis (Foto: SES)

Vacina! Esta é a forma mais eficaz e única de prevenção de algumas doenças, mas os efeitos desta ferramenta de imunização vão muito além da prevenção individual. Ao ser vacinado, o indivíduo está contribuindo para a diminuição de casos de determinada doença na comunidade e, nesta terça-feira, 9, Dia Mundial de Imunização, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) conclama pais e responsáveis, bem como adultos e idosos, a cumprirem o dever de manter em dia a Carteira de Vacinação.

Segundo a gerente do Programa Estadual de Imunização da SES, Sândala Teles, destaca que a comemoração da data tem por finalidade conscientizar a população sobre a importância das vacinas, que foi uma das maiores descobertas da humanidade. “Graças a elas foi erradicada a varíola, eliminada a poliomielite em quase todas as localidades do mundo, como também se conseguiu o controle da rubéola e do sarampo, tudo isso concorrendo para a queda da mortalidade infantil em vários países”, observou.

Sândala destaca, ainda, que apesar de ser um período de pandemia, o Programa de Imunização, que é executado pelos municípios, devem e continuam funcionando normalmente. “Cada município cria sua estratégia de imunização. As vacinações contra as doenças imunipreveníveis devem continuar para evitar o adoecimento da população. A rotina continua em todos os municípios”, reitera a gerente.

Segundo Teles, o Programa Nacional de Imunização (PNI) foi criado em 1973 e é considerado o mais completo do mundo, com grande cobertura de população vacinada e de quantidade de vacinas oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de saúde (SUS), num total de 19, que integram o Calendário Nacional de Vacinação e protegem contra 18 doenças imunopreveníveis, cuja proteção começa nos recém nascidos e se estende por toda a vida.

Salientou que atualmente o PNI preconiza a vacinação para a família, imunizando não apenas crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações especiais de doenças como Influenza e sarampo. “Além disso, estão disponibilizados em todas os Estados da Federação, Centros de Referência Para Imunobiológicos Especiais (CRIE), com a finalidade de proporcionar o acesso equânime destes imunobiológicos para os grupos portadores de imunodeficiência congênitas ou adquiridas e seus comunicantes além de usuários com história associada a evento adverso pós-vacinação”, ressaltou.

 

Fonte: SES

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