A oferta da operadora de telefonia móvel celular e o consultor

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As aventuras de um consumidor no Brasil

 

A oferta da operadora de telefonia móvel celular e o consultor

 

Na história de hoje, Consuminho conta as dificuldades que enfrentou ao exigir da operadora de telefonia móvel celular a cobrança do serviço prestado pelo mesmo valor informado pelo consultor da operadora.

 

Consuminho estava de viagem marcada para a cidade de São Paulo onde iria estudar e antes de embarcar, resolveu obter algumas informações do consultor da operadora de telefonia móvel celular que atendia na empresa a qual Consuminho trabalhava.  Queria saber qual o custo do uso da linha naquela cidade, assim, poderia avaliar melhor a necessidade de adquirir outra linha quando lá chegasse.

 

Segundo o ‘consultor’, de acordo com o plano de Consuminho, pagaria por cada ligação recebida o valor de R$0,25 (vinte e cinco centavos), independentemente do tempo que falasse. Caso fizesse alguma ligação de São Paulo para Aracaju, pagaria além dos R$0,25 (vinte e cinco centavos), deslocamento e outros encargos, os quais seriam cobrados a cada minuto falado. Diante da informação, resolveu atender em São Paulo as chamadas, pois era mais barato do que adquirir uma linha e um aparelho em São Paulo. Para sua surpresa, no final do mês recebeu na sua casa em Aracaju uma fatura cobrando deslocamento por cada minuto falado, além de outros encargos, o que resultou em um valor astronômico cobrado e totalmente diferente das informações obtidas junto ao representante da empresa.

 

Apesar de várias tentativas via telefone, Consuminho não resolveu o problema, pois sequer conseguiu falar com o ‘consultor’. Diante da falta de atenção, Consuminho enviou uma carta para a gerente da loja, bem como para o supervisor geral da operadora em Sergipe, solicitando que só fosse cobrado os R$0,30(trinta centavos) pelas ligações atendidas, conforme informado pelo consultor, mas não obteve, também,  qualquer resposta.

 

Assim, na primeira oportunidade em que veio a Aracaju, Consuminho fez uma reclamação no Procon. Registrou ainda, uma ocorrência na Delegacia de Defesa do Consumidor, onde foi instaurado procedimento para investigar a prática de crime contra as relações de consumo. Durante a investigação, a operadora desistiu de cobrar os valores registrados na fatura reclamada. Atualmente, o processo encontra-se em tramitação na justiça para apreciação quanto à existência de crime contra as relações de consumo.

 

Faça você também como Consuminho, se for induzido a erro por alguma informação falsa, denuncie a pessoa a qual lhe enganou. Agindo assim, estará contribuindo para que outras pessoas não passem pelo mesmo problema.

 

 

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