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Crime ambiental no comercial de carro

Quem viu o comercial de TV do novo Fiat Adventure? Quem prestou atenção no absurdo da propaganda que mostra o carro circulando livremente na areia de uma praia e quase esmagando um siri? Não bastasse a falta de noção ecológica dos produtores do comercial no que diz respeito ao risco oferecido a banhistas, a peça publicitária ainda ironiza ao colocar um siri falante que reclama de “ter que andar de lado”. A impressão que passa é a de que além de não ter que se preocupar com quem frenquenta ou habita a praia e se banha nas águas, que o motorista daquele potente automóvel ainda pode se sentir superior a qualquer outra espécie vivente sobre a superfície da terra. Bem ao modo daqueles ecologicamente inconscientes.

Entre outros danos o trânsito de veículos cria barreiras com as marcas de pneus, compactando a areia e impedindo a subida dos filhotes de tartaruga à superfície naqueles locais onde as tartarugas põem seus ovos. Existe uma Lei Federal (nº 7.661) que institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e que no Art. 10 afirma: “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica.
        § 1º. Não será permitida a urbanização ou qualquer forma de utilização do solo na Zona Costeira que impeça ou dificulte o acesso assegurado no caput deste artigo.
        § 2º. A regulamentação desta lei determinará as características e as modalidades de acesso que garantam o uso público das praias e do mar.

Por falar em praia > Degradação ambiental em Estância

Denúncia feita por Juliano Lima, do Estância Online, mostra que o litoral estanciano sobrevive a um tsunami de irregularidades. A Praia do Saco, que já foi eleita uma das 100 mais belas praias do mundo, segundo publicaçãpo realizada por uma revista francesa no ano de 2006, sofre com as diversas ocupações irregulares de terrenos e a enorme degradação ambiental. Enormes residências acabaram se proliferando rapidamente nos locais dde dunas e manguezais e a área de acesso à praia têm sido tomadas de forma alarmante pelas casas.

Ele chama a atenção para a invasão de carros, lixo jogado pela areia e pelas reddondezas da praia, poluição sonora, além do abandono de imóveis antigos, que deixa revoltados clientes e proprietários de estabelecimentos comerciais da área. Sem um atrativo para chamar a atenção dos turistas que visitam o litoral estanciano, ele disse que os visitantes acabam se decepcionando com o fracasso turístico por não conseguirem encontrar nada de interessante. (Da Coluna do Trade do Jornal da Cidade). Leia o texto original.

Foto: Tâmara Carvalho/Cinform

Bons exemplos > Reciclando no local de trabalho

Ronhece-se uma empresa moderna não apenas pelo uso de equipamentos de última geração. A valorização de ações sustentáveis, em função da preocupação com o meio ambiente, são atitudes de companhias antenadas com o que mercado e o cliente atual exigem. E, nesse sentido, o Cinform está no caminho certo. Desde a quinta-feira, dia 19, a empresa, através do setor de Segurança do Trabalho, está estimulando os colaboradores a se desfazerem de pilhas e baterias de celulares danificadas ou simplesmente inutilizadas.

O material está sendo entregue no Departamento de Pessoal da empresa para ser enviado para uma fábrica de reciclagem. “Essa preocupação é para que, juntos, possamos tornar o meio ambiente cada vez melhor. As pilhas e baterias de celulares jogadas no lixo comum liberam metais pesados, contaminando o meio ambiente e causando sérios problemas à saúde”, explica Ayslan Mengel (foto), técnico em Segurança do Trabalho do Cinform e especialista em Gestão de Meio Ambiente. (Do caderno Emprego, da colega Laudicéia Fernandes).

Desmatamento zero

O Greenpeace fez o chamado e muita gente atendeu: ultrapassaram as 400 mil assinaturas pelo projeto de lei do desmatamento zero. Na última semana, o Dia de Mobilização pelas Florestas movimentou as redes sociais e o assunto foi um dos mais citados no dia. O resultado foram milhares de novas assinaturas por esse projeto de iniciativa popular. Mas ainda não chegamos lá. Precisamos de 1,4 milhão de pessoas comprometidas com essa causa.

E precisamos de você para espalhar essa ideia. Quando o número for atingido, o projeto será encaminhado ao Congresso. Compartilhe! E se você quer contribuir ainda mais, junte-se a nós. O Greenpeace é uma organização independente, que não aceita dinheiro de empresas, governos ou partidos políticos. Dependemos da sua contribuição para continuarmos denunciando crimes ambientais e propondo soluções como a do desmatamento zero.

Campanha quer banir no Brasil agrotóxicos proibidos em outros países

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida lançou um abaixo-assinado em que exige o banimento, pelo governo brasileiro, de toda importação, produção e comercialização de 14 agrotóxicos e substâncias já proibidas em vários países do exterior. O abaixo assinado se refere a agrotóxicos que têm na sua formulação princípios ativos como Endosulfan (banido em 45 países), Cihexatina (proibida na União Europeia e em países como a Austrália, Canadá, Estados Unidos, China, Japão, Líbia, Paquistão e Tailândia) e Metamidofós (proibido, por exemplo, na União Européia, China, Índia, e Indonésia), entre outros. Clique aqui para acessar o abaixo-assinado on line. (do site Inclusão Social)

@ca_sant

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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