O CINECLUBE DA SOMESE

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Fui hoje ao Cineclube da Somese – Sociedade Médica de Sergipe, depois de longa ausência. Atendi ao convite de Sr. Aloisio, funcionário da entidade, que me ligou de manhã. Ele cuida do Cineclube e mostra gostar da tarefa.

O programa foi criado na nossa administração em 1995, quando estávamos à frente da Somese. Convidei o jornalista Ivan Valença para escolher e comentar os filmes, sob a coordenação de Dr. William Soares. Ele escolhia sempre ( mas aceitava também sugestões)  filmes com temática médica, que suscitavam debates interessantes após a projeção. As sessões ocorriam sempre nas últimas sextas-feiras de cada mês, com entrada franca. Em determinado período, a Pastoral dos Pobres da Paróquia de São José passou a cobrar um valor simbólico pela entrada, para ajudar nas ações filantrópicas da paróquia. Todos os que me sucederam mantiveram o programa, que ao longo dos anos foi sofrendo alterações, até chegar ao formato atual.

Hoje, o professor Murilo Navarro, da UFS, escolhe os filmes a ser exibidos e faz a apresentação dos mesmos antes de cada sessão, com uma análise crítica abalizada de conteúdo. O filme é projetado na parede que fica no fundo do palco, em bom tamanho
e resolução, as poltronas são confortáveis e o som é adequado. Depois do filme, a Somese oferece lanche, com cerveja, refrigerantes e salgados. O público que freqüenta com regularidade não é
grande e poderia ser maior. Na sessão deste sábado, contei cinco médicos e mais seis pessoas da comunidade. Quem coordena com dedicação o Cineclube é o colega Ricardo Gurgel, que nesta sessão levou os dois filhos adolescentes e seus pais, Dr. Hyder e D. Rosa.

A meu ver, o programa deve ser continuado pela nova diretoria da Somese, observando-se doravante, salvo melhor juízo, alguns cuidados e providências:

1.Compor um grupo coordenador sob o comando de um deles ( Ricardo Gurgel e Edvan Correia são os freqüentadores mais contumazes) para pensar e coordenar o Cineclube. 2. Avaliar com os sócios o melhor dia e horário, através de uma enquete; 3. Formar parcerias com outras instituições que poderiam vir a ser patrocinadoras, visando custear o lanche, a pipoca na entrada, uma vaga em um dos estacionamentos próximos, dando maior conforto e segurança ao médico e familiares que se dirigem com seus veículos até a Somese; 4. Fechar a porta principal do auditório e a que fica em frente, durante a sessão, deixando a acesso e a saída somente pela porta do fundo do salão; 5. Promover uma maior divulgação, colocando cartazes nos principais locais de presença de médicos: hospitais, clínicas, centros médicos, etc; 6. Divulgar no boletim informativo mensal da Somese sempre o próximo filme; 7. Conseguir brindes para sortear com os presentes; 8. Providenciar duas pequenas cortinas para colocar nas duas portas principais, enquanto as portas estiverem fechadas; 9. Sempre que possível, escolher um filme temático. Exemplo: neste ano a “bossa nova” comemora 50 anos e poderia ser escolhido um filme que verse sobre o tema ( sugiro desde já “Coisa mais linda”, de Paulo Thiago, simplesmente sensacional); 10. Criar o banner do Cine Clube no site e formar um “grupos” para e-mail na internet; 11. Climatizar o ambiente numa temperatura agradável, para não fazer frio (nem calor).

Outras idéias poderão ser incorporadas a este elenco, caso o amigo leitor se interesse. É só comentar na matéria que teremos o máximo prazer em enviá-la para a diretoria da Somese. Bom final de semana para todos.

 

DOIS MAUS ATENDIMENTOS – INSS e CORREIOS

 

Vividos recentemente, pude experimentar o dissabor de provar de dois serviços tidos por mim como eficientes. Na semana passada, marquei um agendamento pela Internet para atendimento no guichê do INSS do Ceac do Shopping Jardins. Havia uma vaga para as 11h30min. Cinco minutos antes cheguei ao local e fui surpreendido com a entrega de uma senha. Retruquei que tinha hora marcada e mostrei o comprovante. A recepcionista disse que era por ordem de chegada. Pelo menos sete pessoas estavam na minha frente. Esperei pacientemente. Quando chegou a minha vez, outra decepção. O assunto que eu desejava, aparentemente simples, que era um histórico das minhas contribuições, não poderia ser obtido neste local, somente na sede do INSS. Como diz um festejado colunista, arrepare!

 

Agora neste final de semana tentei utilizar o serviço de telegrama fonado – 0800 570 0100, por diversas vezes. Do outro lado da linha a mesma cantilena: “nossos atendentes estão ocupados. Tente mais tarde, por favor.” Desisti.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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