Trabalho não é Ctrl-C + Ctrl V

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Os deveres da escola ou os trabalhos da faculdade sempre foi uma tarefa que precisava de um esforço relativamente grande para poder fazê-los com qualidade. Era preciso pesquisar em vários materiais impressos (livros, jornais ou revistas) para poder falar sobre o tema do trabalho. Eu cheguei a ir à Biblioteca por algumas vezes, com colegas da escola, para fazer trabalhos.
 
A internet (sempre ela) mudou o modus operandi da forma de fazer trabalhos. Hoje em dia todos os alunos se conectam via MSN e fazem as “pesquisas” com ajuda do Google. Poderia até dizer que é uma grande evolução, mas com tantos problemas é melhor colocar os pontos negativos.
 
O nosso primeiro grande problema é o nosso conjunto de teclas favorito – o Ctrl-C e o Ctrl-V – que faz com que em segundos tenhamos tudo o trabalho pronto. Faça o teste você mesmo. Pesquise no Google por, digamos, Revolução Industrial. Vai encontrar centenas de resultados, dos quais a grande maioria pode ser copiada-colada-impressa-entregue. Existe um argumento bastante forte: para que o aluno vai querer saber de revolução industrial. É um bom ponto, entretanto, o ato de copiar e colar faz do aluno um verdadeiro estúpido, pois ele nem sabe o que está escrito no que acabou de “pesquisar”.
 
Conversando com alguns professores universitários tenho visto muita reclamação de trabalhos retirados completamente da internet, sem ao menos se dar ao trabalho de retirar erros de português. Alguns pegam o primeiro link do Google usando as palavras chaves do trabalho. Os mais “expertos” pegam links que não estão na primeira página.
 
Lendo o jornal El País vi que na Espanha foi criado um site Hago Tus Deberes (faço seus deveres), que tem como objetivo fazer os deveres daqueles alunos que não tem tempo. Logicamente que eles não são samaritanos e, por este motivo, cobram de 5 euros por deveres simples e de 10 a 30 euros por trabalhos mais complexos. A cobrança? Paypal. Nada mais simples, não é mesmo? Pior de tudo. Quem coordena este “incrível” site são professores, que ao invés de contribuir para o crescimento do aprendizado, estão querendo faturar um $$ extra.
 

É… São as facilidades do mundo moderno.


TV na web

Cada vez mais brasileiros estão vendo seus programas de TV pela Internet. Hoje é possível ver o Jornal Nacional, por exemplo, no seu computador. Nem preciso colocar as vantagens disso, pois está todo mundo cansado de saber. Seguem alguns portais de programação televisiva: Globo.com, IPTV Cultura, Mundo Fox. Vale a pena dar uma conferida.


Gripe suína

Como toda e qualquer noticia realmente de nível mundial, a internet passa a ser alvo de pesquisas sobre o assunto. Com a gripe suína não poderia ser diferente, só que desta vez o vírus acendeu a luz do pessoal do Google. Eles lançaram um serviço que permite acompanhar o fluxo da gripe suína no México. Seria legal se não tivesse tanta gente assustada com o tal vírus. O melhor mesmo era ter ficado calado, ou melhor, sem criar o serviço.


Acabando com as rivalidades
Quando existe uma competição muito dura entre duas entidades dizemos que eles são rivais. Isso acontece por exemplo com o Linux e o Windows, com o Java e com o .NET, entre vários outros. No mundo do esporte também existe rivalidade: Ferrari e McLaren, Nadal e Federer, Milan e Inter, os exemplos são inúmeros. Entretanto, no futebol carioca as rivalidades estão acabando. O Flamengo já despachou o Vasco a vários anos (depois do tri-campeonato com gol antológico de Petkovic) e agora está acabando com a rivalidade com o Botofogo depois de outro tri-campeonato. Pelo jeito o único rival que resta para o Flamengo é o Fluminense.


Segurança nas corporações (por Hugo Doria)

A computação e a internet fazem parte do dia-a-dia de quase todos e facilitam bastante nossa vida. Além disso, praticamente todos os sistemas e tarefas das empresas estão sendo informatizados, com o objetivo de aumentar a produtividade e divulgar a organização. É aqui que o problema começa.

Boa parte de todo este processo de informatização não foi devidamente planejado e muitas empresas, na ânsia de agilizar o processo, acabaram deixando de lado uma peça importante nesta história: a segurança de seus dados. Estas empresas não sabem a importância de manter seu sistema online o tempo todo e o quanto perderiam caso eles fossem invadidos, por exemplo.

Você consegue imaginar o quanto uma loja como o Submarino teria de prejuízo caso ficasse fora do ar por duas horas? E durante um dia? Nos tempos atuais ficar fora do ar significa perder dinheiro. Muito dinheiro. Pior do que ficar fora do ar é expor dados dos seus usuários/clientes. Imagina ter os dados dos usuários do gmail e orkut. Maravilha, não?

Em um cenário ideal a segurança das informações e a proteção dos ativos de TI deveriam fazer parte da estratégia de qualquer organização, no entanto não é isso que acontece na maioria dos casos. No máximo há um firewall mal configurado e a obrigação de se usar senhas grandes, mas segurança é muito mais que isso. É, principalmente, procedimentos e políticas. Ignorar isso é uma ameaça ainda maior que as vulnerabilidades das aplicações. Por isso, se sua empresa ainda não possui uma política de segurança comece a planejá-la antes que seja tarde.

 

Até a próxima semana!

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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