Começa julgamento do homem que matou a ex-sogra e estuprou ex-namorada

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O julgamento está sendo realizado sem a presença do acusado que está foragido(Foto:Portal Infonet)
Na manhã desta sexta-feira, 18, acontece, no Fórum Gumersindo Bessa, o julgamento de Albano Fonseca, acusado de matar a ex-sogra, Maria Auxiliadora Tavares Meneses, de 64 anos e estuprar a ex-namorada a professora I.T. M. Os crimes aconteceram no dia 22 de novembro de 2003, quando o acusado invadiu a cada das vítimas, localizada no Pereira Lobo, zona sul da capital.

Albano Fonseca chegou a ser preso, mas fugiu do Complexo Penitenciário Carvalho Neto, desde então não foi recapturado. Por isso, o julgamento está sendo realizado sem a presença do réu. Presidem o julgamento os promotores Rogério Ferreira e Deijaniro Jonas e o defensor público Ermelino Costa Fonseca. O caso será julgado pela Juíza Iolanda Guimarães. 

O julgamento que foi iniciado por volta das 9h desta sexta-feira, 18, não tem hora prevista para

Familiares e amigos das vítimas estão no Fórum aguardando a condenação de Albano Fonseca(Foto:Portal Infonet)
ser encerrado. 

O crime

A equipe do Portal Infonet chegou a fazer uma entrevista com a professora, que relatou a tragédia que viveu e desmente a tese de que Albano Fonseca estava sob o efeito do álcool quando cometeu os crimes.

“Bem, vou começar descrevendo o que aconteceu um pouco antes. No dia anterior, 21, eu fui, acompanhada por amigos, ao show da banda Jota Quest. Cheguei em casa no dia 22 por volta das 4h30min. Cansada, tomei banho e fui me deitar. Percebi pelo ar-condicionado ligado que meus pais estavam dormindo. Quando foi por volta das 7 horas da manhã – não tenho noção certa do horário, pois estava sonolenta – ouvi gritos e abri a

O julgamento está está sendo conduzido pela Juíza Iolanda Guimarães(Foto:Portal Infonet)
porta. Nesse momento veio o Albano, com uma camisa branca cobrindo o rosto, e com a faca em punho em minha direção. Meu quarto era pequeno, quando vi aquela pessoa se aproximando com uma faca, caí na cama. Ele tentou me esfaquear, mas consegui segurá-lo. Tomei uma facada superficial no braço e, durante a luta, consegui bater no braço dele e a faca escorregou para baixo da cama. Foi no momento em que ele tentava me imobilizar e mandava que calasse a boca enquanto a me ameaçava de morte”, relata a professora. Confira na íntegra a entrevista concedida em maio de 2004.

 

Por Kátia Susanna

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