Arquivo Público encerra a Semana da Sergipanidade com filme

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O evento contou com a exibição do filme “Lampião Revisitado”, dirigido por Zoroastro Santana (Foto: Eugênio Barreto)

O Arquivo Público Estadual de Sergipe (APES) encerrou na tarde de quinta-feira, 24, a programação de atividades da Semana da Sergipanidade. O evento contou com a exibição do filme “Lampião Revisitado”, dirigido por Zoroastro Santana e estrelado pelo ator sergipano Antônio Leite.

O curta é de 2010 e tem 15 minutos de duração. Durante toda a semana, o APES realizou uma intensa programação com debates, palestras, mesa-redonda e exposição, relacionados ao dia da Sergipanidade, que se comemorou na quinta-feira, 24.

O ator Antônio Leite contou que o filme não trata apenas de Lampião, mas da cultura sergipana como um todo, e falou o que significa a sergipanidade. “É uma tomada de consciência e ter mais amor por seu patrimônio, por sua cultura. Eu parabenizo o Arquivo Público por ter a iniciativa de fazer uma Semana da Sergipanidade, trazendo várias pessoas de destaque em nosso Estado, e hoje, apresentando esse filme, que tem a ver com a sergipanidade”, disse.

A diretora do Arquivo Público se mostrou satisfeita com a realização da Semana da Sergipanidade, fazendo um balanço positivo. “Conseguimos atingir os objetivos de todas as atividades que foram propostas. Tivemos muita movimentação, efervescendo de cultura, história, memória e artes em todos os seus segmentos. Estou muito feliz e agradeço ao secretário Josué Modesto e ao governador Belivaldo Chagas por essa programação tão rica”, declarou.

Sergipanidade

O público participante do último dia da programação do Arquivo Público falou sobre a necessidade de se valorizar a cultura sergipana. Um dos que prestigiaram o evento foi o ex-governador Jackson Barreto, em cuja gestão foi realizada a reforma do Arquivo Público de Sergipe. “O Arquivo hoje está totalmente inserido, fazendo essa integração com todos os órgãos da cultura. Na semana em que se comemora a sergipanidade, nada melhor que o Arquivo Público para contar a nossa história e reacender na memória das pessoas aqueles valores da nossa terra, valores da vida pública, da cultura e de todas as atividades do nosso estado”, disse.

O estudante do curso de História da Universidade Federal de Sergipe, Erike Correia, fez uma reflexão sobre o que a sergipanidade representa para ele. “É a apresentação do que é um povo, da sua cultura e da sua tradição sendo revisitada e sendo reformulada. Quando a gente apresenta os nossos patrimônios materiais e imateriais, por meio da dança, da música, isso fortalece as nossas questões tradicionais, revisita os nossos antepassados e joga para as novas gerações a beleza do povo sergipano”, afirmou.

Quem também esteve presente foi a chefe de cozinha Seichele Alves Barboza, que declarou seu amor ao estado natal. “A sergipanidade significa um estado de espírito. Não é apenas uma data no calendário, mas a manifestação do que é a cultura e a história de Sergipe, que pulsa no peito de cada um de nós, desde os que nasceram aqui aos que adotaram esta terra como lugar. Temos um berço cultural muito grande e uma riqueza fantástica, e com a sergipanidade, temos a possibilidade de manifestar esse amor por nossa história”, disse.

Estudante de História e estagiária do Arquivo Público, Eduarda Passos Meireles destacou que “o Arquivo guarda a história de Sergipe. A gente mexe com documentos bastante interessantes, que falam da nossa sergipanidade. Então é importante o Arquivo Público promover um evento como esse, porque é aqui onde estão os documentos que a gente resgata”.

Fonte: Seduc

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