Belivaldo diz que professores têm que respeitar justiça

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Professores fazem ato para pedir abertura do diálogo (Foto: Ascom/Sintese)

“A justiça já concedeu liminar determinando a greve ilegal e eles recorreram. No decorrer da semana haverá outro julgamento desse agravo para que aí sim possamos continuar conversando e ver se até no final do mês o governo se posiciona dizendo o que será feito, mas é preciso também que haja respeito à justiça”, disse o vice-governador sobre a greve dos professores.

A declaração do Vice-Governador do Estado, Belivaldo Chagas, foi dada à imprensa na manhã desta sexta-feira, 12, durante mais um protesto dos professores da rede estadual de ensino. Segundo Belivaldo, em greve e sem atender à liminar judicial que determinava o retorno dos professores às salas de aulas, não há como ter diálogo.

Belivaldo destacou também que houve queda no movimento da categoria. “Chegamos a um momento em que a adesão da greve era de 68% e hoje é em torno de 40%. Eles já compreenderam a necessidade de voltar às salas de aula. Não estou querendo desmerecer o movimento, mas esse é o apelo do governador. Vamos continuar dialogando sem estender a greve porque isso prejudica os alunos, mas eles (os professores) entendem de forma diferente”, afirma.

Ato

A manifestação dos professores ocorreu em frente a um restaurante da Orla de Aracaju, onde o Governador Jackson Barreto participaria do lançamento da programação artística do Encontro Nordeste de Cultura. Reunidos com faixas e bandeiras, a categoria se concentrou no local, para pedir a abertura do diálogo. O governador não compareceu a solenidade, e segundo a secom o vice representou Jackson. A vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), Ivonete Cruz, garante que a greve continua.

“Nós tivemos aqui hoje aguardando o governador Jackson Barreto para discutir a possibilidade de uma audiência e debater a proposta do reajuste, mas ele não veio Belivaldo estava, mas não conseguimos chegar até ele. Agora estamos retornando ao Palácio onde ficaremos aguardando que ele nos receba. A greve continua”, garante a sindicalista.

Por Eliene Andrade

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