Gente, vocês viram a nossa “Selenganação” empatar com a “Terrível” e “Temível”!!! Colômbia?

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Comentário de Carlos Lopes

Rapaz! Parecia aqueles times de “pelada de rua”, onde eu jogava quando criança, que ninguém passava a bola pra ninguém e, driblávamos, driblávamos, driblávamos, até perder a bola ou sairmos com ela ribanceira abaixo, ao melhor estilo “Cafuringa”, ponta-direita do meu “saudoso” Fluminense, que muitas vezes vi baixar a cabeça e partir para a linha-de-fundo, driblando a todos e a tudo que se apresentasse na sua frente, até sair rente a bandeirinha do córner, com bola e tudo.

 

Por falar em Fluminense, permitam-me um aparte, mas gostaria de saber quem está pagando o salário do Odvan. Se for o “Tricolor das Laranjeiras”, ta dando uma de “marido traído”, pois o cara só joga bem pros outros times. Quando não é humilhantemente driblado pelos atacantes a adversários, faz ele mesmo os gols, contra nós. Tremendo “Traíra”.

 

Sugestão? Faz um “pacote” e, dá uma passagem pro Odvan, com direito a acompanhante, desde que este seja o “RuimMário”, coloca o “É-imundo, de “contra-preso”, mas somente de ida para jogar nos campos do Afeganistão ou no Iraque, bem na frente, de batalha.  

 

Mas voltando ao nosso assunto, que é a “Selenganação” Brasileira. Aproveito para perguntar qual foi a cigana que enganou o “Parreira”, de que o Alex é “jogador de Seleção”. O Cara é craque? É, mas de Times. Seleção tem que ir com tudo, é jogar na “blitz”, fazer “arrastão”. Não dá mais para jogar “cadenciado” – Cochilou? Cachimbo cai! – ninguém é mais bobo não, taí a “Venearruela” apertando os “sul-americanos. Já tem até japonês jogando em clubes europeus e os caras ainda estão naquela de “para-pensa-olha-toca-de-lado”. Isso é coisa de “jogo de Xadrez”. O Alex me lembra muito o maestro Ademir da Guia, do Palmeiras de antigamente, que era a “vida” do “Verdão”, mas a “morte” na Seleção.

 

Futebol tem que ser dinâmico, produtivo e inteligente e, não fazer como o “Ronaldinho Gaúcho” que jogou um futebol diminutivo, driblando para a FIFA ver, de olho no Concurso de Melhor do Mundo, certamente já pensando nos euros ou dólares, que darão, pelo menos, para comprar uma nova dentadura para melhorar aquele bocão.

 

E o Ronaldinho? Errou todas e, quando o Adriano entrou, sumiu do jogo. Eu acho que ele foi dar uns beijinhos na Cicarelli e a gente nem notou. Aí virou “Lei de Murici – cada um cuida de si”. Esqueceram que futebol é jogo coletivo e quiseram resolver no individual, só podia dar no que deu, “OXO”. Ta certo que o míope do bandeirinha não viu que, no chute do Adriano, a bola entrou mais de meio metro, mas o gol deles também foi erroneamente invalidado, o que daria no mesmo, outro empate. O resultado moral seria “IXI”.

 

Agora a “Pérola” do jogo foi a frase dita pelo Parreira, só comparável as baboseiras de 13 letras do Zagalo: “quando um não quer, dois não jogam”. Quer dizer que a culpa de não ganharmos o jogo é da retranca da Colômbia, que “indignamente” não nos deixou jogar? Que “traiçoeiramente” investia somente em contra-ataques, dos quais em um deles resultou em gol mal anulado? Que “covardemente”, se defendeu o tempo todo, jogando um futebol feio, sem dar espetáculo, não permitindo que fizéssemos um gol sequer? É sim, mas esse não é o objetivo do time, tecnicamente mais fraco, quando joga com um mais forte, principalmente fora de casa? É Parreira, agora todos já sabem como jogar contra o Brasil.

 

Certo está o Lord Ermitão, de tradicional família futebolística, quando sentenciou: “Para saber porque o resultado final, foi diferente nas duas últimas partidas é só fazer a conta abaixo:

Brasil X Venezuela — Brasil X Colômbia = Kaká / Junhinho Pernambucano.

E Tenho Dito.

 

 

 

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