Sou réu e confesso.

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Juro que pequei contra tudo e contra todos que professam a arte do “Pensamento Positivo”, da “Energia

Por Carlos Lopes
Positiva” e, sobremaneira da “Confiança”, quando vi o primeiro tempo terminar em “oxo”, não somente pelo infrutífero futebol apresentado pelo “Azul”, mas, principalmente, pela excelente marcação do time capixaba, que enredou o “Dragão Azul” em um teia de armadilhas que só não foram fatais, graças ao primeiro “santo milagroso do dia”, São Fabio Alves Tabosa, que impediu, milagrosamente, mas com muita técnica, a entrada de pelo menos, uns três gols, só no primeiro tempo.

 Sendo “Sergiroca” ou “Carigipe”, como queiram, passei a maior parte dos meus 40 anos e alguns meses – 127 para ser mais exato – no Rio de Janeiro, até que descobrisse este paraíso, posso afirmar; sem nenhuma dúvida, mesmo porque você, meu leitor, é inteligente e assiste futebol na TV; que o Fabio não deve nada aos goleiros da maioria dos times que disputam a primeira e segunda divisões do Campeonato Brasileiro. Digo isto sem patriotismo e nem favor nenhum, apenas como testemunho do que assisti no domingo.

 O segundo “santo milagroso do dia”, tem o nome de São Freitas Nascimento, que influenciado por uma Legião de Entidades, que se fazem conhecer como “Azulados”, primeiramente sacou do time o Luciano, um bom jogador, mas que não estava rendendo bem, para a entrada de Mateus, que deu nova “alma”, sem trocadilho, à equipe, tornando-a desta feita, ainda mais ofensiva e com objetividade. Aliás, não sei por que esse menino não é titular, espero que o Treinador saiba. Diante da relutância do São Freitas em mexer no time, os “Azulados” se incubiram de presentear o meia Télio com uma baita de uma câimbra, não deixando outra alternativa para o santo técnico se não a de o substituir pelo terceiro e definitivo “santo milagroso do dia”, São Carlos Henrique da SIlva.

 Pronto! Missão Cumprida e, os “Azulados” saíram de campo e foram sentar, alguns no teto do Estádio, outros em cima do Placar Eletrônico, para apreciar os “Craques Proletários do Passado”, incutirem “confiança” e inspirarem o São Carlos Henrique a chutar aquela bola com toda precisão bem na “forquilha”, sem chances para o Magno, goleiro do Serra.

 Meu radinho, que foi bento pela Mãe Menininha do Gantois, e que de vez em quando pega umas conversas do além, captou, meio a interferências que nem o competente Professor Álvaro Akira conseguiu explicar, que “Vevé – O Canhão do Bairro Industrial”, teve tudo a ver com isso. Mas esta é outra história e fica pra próxima.

 

 

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