Servidores do MPF em Sergipe permanecem em greve

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Categoria em Sergipe está em greve desde o dia 19 (Foto: divulgação)

Servidores do Ministério Público Federal em Sergipe aderiram ao movimento nacional e desde o último dia 19 de março estão com as atividades paralisadas. Em vários estados a exemplo de Goiás, Piaui, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a greve está acontecendo desde fevereiro de 2015. Entre as reivindicações, a inclusão de recursos na Lei Orçamentária Anual (Loa) e negociações das propostas administrativas a exemplo do Plano de Cargos e Salários (PCS), já que a categoria está há nove anos sem reajuste.

No início da tarde desta quarta-feira, 25, os servidores do MPF/SE realizaram um ato na porta da Procuradoria da República, denominado 'Apagão'.

“No início da greve o foco era a inclusão de recurso na Loa para viabilizar a luta pelo Projeto de Lei. Esse recurso era pra ter sido incluído na Loa, mas a votação foi adiada várias vezes e no dia 17 de março foi votada sem a inclusão. Paralelo a isso, o sindicato nacional da categoria fez vários pedidos para que pudesse ser incluída a pauta administrativa, sem a dependência do Executivo e do Legislativo e como não houve avanço no dia 17, o foco passou a ser a negociação da pauta administrativa”, explica a servidora da área de Tecnologia de Informação, Fernanda Aranha.

De acordo com ela, a greve em nível nacional é porque a categoria está há nove anos sem reajuste salarial. “É bom deixar claro que o último Plano de Cargos e Salários da categoria ocorreu em 2006, assim mesmo parcelado em três anos. Os salários estão defasados e os servidores estão lutando pela recomposição das perdas inflacionárias desses nove anos em que não temos aumento”, acrescenta.

Por Aldaci de Souza

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