ÁGUA, A ESCASSEZ TAÍ

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A água continua sendo um problema para milhões de famílias no mundo, tanto pelo excesso como pela escassez. As enchentes e a falta de água afligem inúmeros cidadãos que vivem na esperança de que chova para recolher um pouco de água na vasilha; ou apreensivos, prontos para escapar da próxima enchente.

 

Ambos os problemas podem ser resolvidos com a construção de pequenas barragens, que armazenam as águas das chuvas, levando-as de volta para os lençóis freáticos e permitindo o uso para consumo. Esta solução traz ainda outros benefícios, a comunidade ganha de volta a motivação e as condições de produzir, minimizando os riscos de perder toda a produçãde perder toda a produçando so riscostivaços lençtruçum pouco de o.

 

Além de recuperar a motivação da população que passa ter acesso à água, as barragens têm papel importante na conservação do meio ambiente. Recuperam áreas degradadas e interrompem o processo de erosões.

 

A Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse que as ações de preservação ambiental têm menor custo para o país do que corrigir os problemas causados por projetos que não consideram o desenvolvimento sustentável.

 

Considerando ser a água um bem, que por seu uso descontrolado, deverá ainda no Século XXI sofrer uma valorização indescritível. Muitas medidas terão de ser adotadas para evitar o seu desperdício e assim prolongar sua existência no Planeta Terra.

 

Os novos imóveis a serem construídos, por exemplo, deveriam contemplar uma série de medidas para economizar água. Sem esses dispositivos, o projeto do imóvel não deveria ser aprovado. Dentre as medidas estariam a obrigatoriedade de instalação de sistemas de reutilização da água usada no banho e nas pias e de mecanismos de coleta de água da chuva, para uso posterior na limpeza dos edifícios ou para regar jardins e hortas. Além disso, também, deveria ser prevista a necessidade das novas construções terem vasos sanitários mais econômicos e de arejadores nas torneiras (peça que mistura a água ao ar na saída da torneira e, assim, promove a economia).

 

Tramita na Câmara dos Deputados, Projeto de Lei 4628/04, apresentado pelo Deputado Carlos Nader, que cria o Programa de Conservação da Água, obrigando as concessionárias de serviços de abastecimento de água e de geração de energia elétrica a investirem em proteção e preservação ambiental.

 

De acordo com o projeto, as empresas ficam obrigadas a investir no mínimo 0,5% do valor total da receita operacional registrada no ano anterior. Além disso, o projeto reserva 1/3 desses recursos para a reconstituição da vegetação ciliar ao longo dos trechos depredados.

 

Eis um exemplo a ser seguido: Todo consumidor de água que estiver lavando calçadas ou automóveis com o uso contínuo da torneira aberta ou for surpreendido praticando outra forma de desperdício de água poderá ser multado em Bauru, no interior de São Paulo. A medida é determinada por uma lei, de autoria do vereador Rodrigo Agostinho, aprovada no dia 14 de março de 2005 pela Câmara de Vereadores da cidade, como meio de evitar o mau uso da água tratada fornecida pelo sistema público.

 

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, declarou que a experiência do Ceivap – Comitê para Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, de cobrar pelo uso da água na Bacia do Rio Paraíba do Sul, é uma referência para outras regiões do país. A cobrança pelo uso da água da bacia do Rio Paraíba do Sul foi implantada em março de 2003. A iniciativa teve por objetivo a melhoria das condições relativas à quantidade e qualidade das águas da bacia.

 

O Secretário de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, João Bosco Senra, apresentou no dia 28 de junho de 2006, durante a Jornada de Água e Cooperação na América Latina, realizada no Parlamento Europeu, em Bruxelas (Bélgica), o PNRH – Plano Nacional de Recursos Hídricos.

 

Aprovado em 30 de janeiro de 2006, no CNRH – Conselho Nacional de Recursos Hídrico, e lançado no dia 3 de março pelo Presidente da República e pela Ministra do Meio Ambiente. O Plano da Águas do Brasil terá espaço temporal de 15 anos, sendo que alguns dos seus tópicos serão revisados a cada quatro anos.

 

Segundo o representante da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Carlos Fernandez, apenas 14 países do mundo avançaram na gestão da água.

 

O Brasil foi o único da América Latina e o primeiro do sul do continente a concluir o seu planejamento estratégico de gestão de águas dentro do prazo estabelecido pela ONU.

 

Como vimos, parece que a conscientização está acontecendo , mas muito ainda precisa ser feito para que a água não falte no nosso Planeta Terra (Ambientebrasil).

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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