Café Pequeno-Osama ou Obama?

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E finda a esperança Gabeira, que quase chegou lá, esperamos, agora, a definição americana.

 

Será que os pacifistas conseguirão enterrar de vez a era Bush?

 

No Rio era até previsível, mesmo em se tratando dos ultra-liberais cariocas. Ainda não estamos preparados para mentes tão abertas.

 

Mas será que os conservadores americanos brancos, orgulhosos dos seus valores de direita, (Hum! Palavra mais fora de moda), aceitarão um presidente novo, negro e, ainda por cima, de origem mulçumana?

             

Eu, cá comigo, acho quase impossível e já me preparo para permanecer no plano das possibilidades reais.

 

Mas nem só de poços de petróleo e guerras vive o império americano. Assim como o Brasil, o país de proporções continentais,  tem lá os seus territórios livres e criou as maiores delícias do capitalismo.

 

Eu mesma, nascida no último dos anos dourados, tenho cravada na memória uma lembrança indelével: ainda na pacata Lagarto atemorizada pelo moralismo religioso podia ler os gibis da Disney sobre as aventuras colonizadoras de Patinhas e Mickey ouvindo ”California Dreams”. Mesmo sem saber nada de inglês.

 

Mas associei, e até hoje, quando a vida adulta me aflige não abro mão desse refúgio infantil.

 

Já dizia o Jabor  que para os americanos seria muito mais simples derrubar governos “tiranos” atirando  hamburgers e coca-cola, ao invés de bombas “inteligentes“ em cabeças  civis. 

 

Bonecas de pano-Glória-Redescobrindo sergipe-Foto Ana Libório

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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