Empresário do sexo

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Um escândalo de grandes proporções vai se formando em torno do célebre João de Deus, que há dois anos foi parar na prisão e de lá não deve sair tão cedo.  Depois de uma temporada num hospital, para aliviar as dores de uma doença degenerativa, João de Deus agora vai ter que dar explicações à Justiça sobre os encontros sexuais e de negócios que arranjava para altos nomes da Política do Sul do País. Em verdade, sua fortuna foi amealhada com os encontros que arranjava entre garotas de programas e velhos ases da política, mineira e carioca, e banhado a gordas gorjetas.  Os encontros eram realizados quase sempre na sua propriedade de Abadiânia, longevos olhos do grande público, mas somente para as intimidades de políticos – leia-se deputados estaduais, federais, senadores, secretários de estado, etc.- e regiamente pagos  ao “guru” mineiro que por muitos anos “tocou seu negócio” sem que ninguém descobrisse as tramoias que se passavam no solar da mansão do interior mineiro. Por ora, a Polícia mineira tenta desenrolar o novelo. Pelo que se descobriu até agora  é de corar as madre superiora de qualquer convento.  João de Deus tem pouco de Deus e muito de um pecador sem nome…

O mesmo chapéu

O jornalista, publicitário, músico e agora Diretor da área de comunicações da Assembleia Legislativa (Alese), Irineu Fontes, deve estar se sentindo órfão com a morte do empresário, Sr. Raimundo Juliano, ocorrida no final da semana passada em São Paulo, aos 88 anos de idade. É que os dois eram e são adeptos de vistosos chapéus que ornavam (no caso de Juliano) e ornam a cabeça do novel diretor. Tanto Juliano como Irineu não têm um fio de cabelo na cabeça e disfarçavam a careca cobrindo-a com esse ornamento tão em desuso.  A Juliano César, um dos filhos de Raimundo Juliano, segue, por oportuno, os votos de pesar. A Irineu, os votos de uma boa gestão no Legislativo estadual.

Movimento Fraco

O comércio da Rua João Pessoa já reabriu – há poucas lojas fechadas – mas o movimento de clientes não está como antigamente. Como as lojas estão funcionando em horário especial, os comerciantes julgam que não é lógico se fazer uma campanha publicitária para recuperar os clientes perdidos. Vai daí que vão esperar algumas semanas para ver se há uma reação ou seja que mais público adira às compras no centro da cidade.

Reclamação feminina

Ouvi anteontem uma live que me fez corar de vergonha. Uma mulher, que não se identificou devidamente, faz dez minutos de protestos ao Presidente Bolsonaro, “dedicando-lhe” uma série de nomes cabeludos, porque o Presidente só iria dar uma gratificação de duzentos reais, antes do final do ano. “200 reais não dão para comprar nada, não dá para fazer nada. Eu mesmo só aceito se for R$ 1.200,00”.  Então não aceite e deixe de torrar a paciência dos internautas… “Com esse valor ainda dá para fazer uma feirinha”. Vê se pode… Não quer, não quer, só deixe de encher a nossa paciência.

Recorde de batidas

Entroncamento das ruas Guilhermino Rezende e Moacir Rabelo Leite, no bairro São José. É o entroncamento recordista de colisões de veículos. A cada momento há frenadas barulhentas. E olha que por ali passam poucos ônibus. Os moradores das vizinhanças fazem um apelo ao Detran para corrigir o entroncamento. O que não pode é continuar como está…

 A Prefeitura de Aracaju deslocou onze servidores para dar, aos passageiros que chegam nos voos das tardes, a limpeza das mãos com álcool em gel. Se os voos aumentarem, a Prefeitura promete ceder mais gente…

 

 

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O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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