Meu Deus do Céu, afastai de mim esse cálice

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Meu Deus do Céu, afastai de mim esse cálice. Ou então afastai do Congresso Nacional, esse treinador de dirigente autoritário, o deputado Eduardo Bolsonaro..Filho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado e líder do PSL e ex-quase futuro Embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Ele defendeu a emissão de um novo AI-5 se as críticas ao seu pai continuarem tão fortes e pegajosas como agora. O Presidente Bolsonaro, mal retornou de uma exitosa viagem a China, ao Japão, o Katar, etc., já encontrou a maldade feita e espalhada pelo país. Desautorizou-o imediatamente: “não existe nada de AI-5. Ele tem mais de 35 anos, peçam explicações a ele.Eu desautorizo qualquer coisa neste sentido”. Eduardo sempre foi visto como o mais lúdico dos filhos do Presidente – Carlos, o zero dois, seria o mais violento. No final da tarde, Eduardo Bolsonaro concedeu entrevista para retirar o que disse e pedir desculpas, no que se refere ao AI5. Bem que o País poderia ter passado sem essa. Não há dúvidas:quem vaia levar o presidente Bolsonaro ao fundo do poço é a sua própria raça, os seus filhos.

Foi sem dúvida um recorde absoluto: a sessão da Assembleia Legislativa de quarta-feira começou no horário regimental – por volta das 10h – e só terminou perto das 20h. A primeira batalha foi na sala das comissões. Os muitos projetos em apreciação foram analisados primeiro pelas comissões de Constituição e Justiça. No total foram registradas reuniões de seis comissões apreciando os projetos que desceriam ara o plenário ainda naquele dia. Foi o que aconteceu: depois das 15hs começou a reunião plenário. Muitos desses projetos tinha claque própria por causa do interesse do professores, em pelo meno s dois deles.

Nas comissões já ocorreram problemas, imagine-se então no plenário.Os professores estavam impossível: eles não queriam em hipótese que dois projetos de interesse deles fosse apreciado de qualquer jeito. Prosseguiu até o fim, o que levou a sessão ordinária ao patamar de 19h20. Mesmo os projetos polêmicos foram votados e praticamente nenhum foi rejeitado. Os deputados, ao fim da sessão, estavam esgotados,vitimados pelo excesso de votação e participação nas comissões.No outro dia, quita-feira, os parlamentares estavam na Assembleia com cara de esgotados. Nem todos que estavam na Casa, participaram da sessão. E quando começou a sessão especial, parecia ter havido uma revoada de parlamentares… para fora de plenário.

Até que enfim, passou o projeto que reduz o número de dias reservados as sessões deliberativas. Os parlamentares vão ter apenas 105 dias de férias durante todo o ano. Mas, a presidência da Casa ficou de esclarecer como será dividido o tempo para descanso e o período reservado às sessões ordinárias.

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