Permissivos, graças a Deus II

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Lembram de Grazi e Tom? Contei um pouco da viagem deles no primeiro texto (para ler clique aqui:
http://www.infonet.com.br/blogs/jaimeneto/ler.asp?id=188824 )

Se na primeira noite, Tom e Grazi já tinham chegado ali… a continuação da viagem seria ainda mais gostosa. Eles tinham quebrado de vez as barreiras sexuais de seu casamento, o que é estimulantemente normal hoje em dia! Depois da visita ao clube de sexo grupal, tanto Grazi quanto Tom queria espaço para explorar suas fantasias.

Assim, ela saiu para jantar levando consigo apenas uma pequena bolsa, com o celular, e cartões com limites ótimos. Sentou num restaurante famosinho de Copacabana e pediu ao garçom um rosé-básico. Bebeu olhando o mar e pensando no quanto a vida é boa quando se tem um homem de verdade, que a respeita e deixa-a livre.

Bem pertinho de sua mesa, uma morena, tipo garota-de-programa de book de universidade particular olhava-a de maneira amigável. Enquanto Grazi nem percebia, tinha o seu corpo milimetricamente analisado. Coisa que só o olhar de uma mulher pode fazer. Ao perceber a investida, Grazi (solta na vida) retribuiu e sorriu. A morena também sorriu e ficaram alguns instantes naquela magia que existe quando existe uma retribuição de investidas.

Grazi a chamou para a mesa em que estava instalada. Ao se apresentar, a morena falou seu nome (Lúcia), e jogou o cabelo pra traz numa ação que mostrava constância, mania. “Adoro mulheres que jogam os cabelos”, pensou Grazi disfarçando o interesse num primeiro momento.  Ali não existia nenhum vínculo comercial, mas Grazi sacou se tratar de uma profissional, porém, fez questão de a ter perto como uma espécie de nova amiga. Lúcia, que trazia toda uma sexualidade no rosto, estava disposta a abrir uma exceção, sem tabelar a emoção naquela noite, deixando-se guiar sua nova amiga até a sua buceta.

E assim aconteceu…

As duas seguiram para um hotel três estrelas, ali mesmo em Copa. Chegaram meio bêbadas e sorridentes, pedindo um quarto para “descansar”. Tudo mentira e todo mundo estava ciente disso, inclusive o atendente que já conhecia Lúcia de outros carnavais. Subiram rapidamente as escadas, sem encostar uma na outra. Discretas, mas com olhares perigosos. Grazi já tinha ficado com outras mulheres antes, inclusive lá na casa de swing e naquela noite estava disposta a ser a ativa da relação. Sim, mulheres também são ativas e passivas.

Lúcia tirou sua calça jeans e a blusa de crepe georgette, estilo romântica, e deitou na cama apenas vestindo uma calcinha minúscula preta, seios nus. Grazi, totalmente vestida, ajoelhou no canto da cama e puxou as pernas de Lúcia na direção de sua boca. Tranquilamente tirou a calcinha da amiga e ficou cerca de oito centímetros da buceta de Lúcia, olhando a depilação da amiga. Sentiu vontade de fazer uma igual, num tipo de Invejinha feminina!

Os pelos ralinhos em cima da cavidade, mostrava que Lúcia tinha certo modus operandi no quesito sexual, sabia ornamentar a coisa. Dependendo da luz, em seu corpo bronzeado, os pelinhos descoloridos desapareceriam como passe de mágica, ou se mostravam ali tão discretos quanto uma vagina de uma jovem mulher virgem.

Grazi tocou os pelos e encostou seus lábios ali. Sentiu o roçar em sua boca enquanto sua própria buceta já começava a ficar úmida. A vontade de ter a depilação da outra e de ter a buceta da outra fez com que ela a desejasse ainda mais. O nariz de Grazi procurou o cheiro de Lúcia e encontrou deliciosamente cítrico. Coisa de mulher que usa hidratante vaginal quando sai com pensamentos sórdidos.

Enquanto roçava o rosto nos pelos pubianos de Lúcia, Grazi sabendo como fazer (pois amava quando faziam nela), centralizou a ponta do nariz em cima da boceta da amiga. Esbouçando um leve sopro no orifício da outra, ciente que daria uma sensação de frescor à Lúcia, como forma de dizer que estava ali com ela, pra ela. E assim o fez, deixando Lúcia contorcida na cama, segurando um pouco o lençol e já prevendo o que viria em questão de segundos.

Levantando um pouco a cabeça, pra pegar um pequeno pique, Grazi enfiou a ponta da língua na buceta de Lúcia em pinceladas rápidas. A intenção era umedecer ainda mais o local. Ao sentir que a secreção de Lúcia já se misturava com sua saliva, Grazi apertou, levemente, a parte de cima da vagina de Lúcia e enfiou sua língua inteira na amiga. Dessa vez sem oscilar, ela fixou seus lábios (boca aberta) em toda a extensão da buceta deixando a língua inteira dentro de Lúcia. De maneira firme, a língua não se movimentava, apenas fazia a boca gerar mais saliva. Quando percebeu que inundou Lúcia, Grazi fez uma sucção de tudo quanto foi líquido que existia ali. Encheu a própria boca e engoliu ela e Lúcia em forma aquosa. Repetiu essa mesma sistemática, boca-língua-dura cerca de doze vezes, antes de colocar três dedos (com unhas grandes) dentro de Lúcia.

Os mais restritos sabem que unha grande e buceta não combinam, mas uma mulher disposta a dar prazer à outra sabe muito bem que unha grande, num dedo inteligente é capaz de arranhar, dando um enorme tesão. Colocando os dedos de forma vertical e alternando o movimento com as pontas do meio dos dedos (aqueles ossinhos das articulações do meio dos dedos), Grazi arranhava e compensava a dor com intensos carinhos, simulando o enviar do punho.

O lado lindo de se ter mãos pequenas, mãos de mulher, é que um punho bem fechadinho, depois de tantas preliminares (com a boca e com os dedos) entra tranquilamente numa vagina disposta a ser penetrada. Grazi estava dentro de Lúcia, enquanto seus lábios beijavam sua boca. As duas nuas. Lúcia, toda contorcida na cama, tinha naquele instante a certeza que só aquela mulher olhada por ela no restaurante seria capaz de satisfazê-la daquele jeito. Mulher tem essa coisa de prever o que a outra vai fazer, quando se trata de sexo. Nunca duvide nunca disso!

Naquela noite, Grazi sentiu prazer dando a uma desconhecida um pouco daquilo que ela gostava. Acho que na vida só quem se conhece tão bem pode proporcionar ao outro um prazer real. Ficaram juntas até as primeiras horas do dia seguinte. Em seguida tomaram banho juntas, com poucas palavras, e desceram para o café-da-manhã. Com as caras lavadas, no luz do dia, pareciam duas amigas de infância, cheias de cumplicidade, o que era óbvio. Não existe algo mais cúmplice do que comer outra pessoa, a não ser participar de um assassinato premeditado.

Antes de se despedirem, Lúcia e Grazi ainda pararam na esquina do hotel para um cigarrinho de erva. O Rio de Janeiro, naquela manhã, estava deliciosamente chuvoso. Nada muito forte, o suficiente para deixar a alma úmida. E assim entraram em táxis separados e partiram para seus próprios caminhos, não trocaram telefones. Apenas beijos nos rostos e adeus!

Ao chegar na entrada do píer, onde seu navio estava atracado, Grazi avistou Tom lá em cima olhando o horizonte e foi logo gritando sorridente:

– Tom, olhe aqui pra baixo! Sou seu, meu amor!

Ele a olhou e viu, pela roupa amassada, que a esposa tinha se dado muito bem na noite passada. Ao subir as escadas do navio, Grazi foi logo perguntando ao marido o que ele tinha aprontado na ausência dela, no que ele respondeu:

– Fiz a mesma coisa que você (risos dos dois)!

Será mesmo…? – disse Grazi!

(continua)

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