Contrato de concessão do Aeroporto de Aracaju ainda não foi assinado

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Segundo a Anac, no dia 2 de setembro as concessionárias vencedoras do leilão  dos 12 aeroportos  serão convocadas para assinar os contratos de concessão (Foto: arquivo Portal Infonet)

O grupo espanhol Aena Dessarrolo Internacional, que ganhou a concessão do Aeroporto Internacional Santa Maria e os demais aeroportos que compõe o Bloco Nordeste, ainda não assumiu o Aeroporto de Aracaju. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ainda será realizada no dia 2 de setembro a convocação para celebração do contrato de concessão. O leilão foi realizado no dia 15 de março. O prazo da concessão é de 30 anos. Até a assinatura do contrato, a Infraero continua administrando o aeroporto da capital.

O Bloco Nordeste, formado pelos aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Campina Grande (PB) e Juazeiro do Norte (CE), foi arrematado pela Aena Desarrollo Internacional SME S/A por R$ 1,9 bilhão. De acordo com a Anac, além da outorga, a nova concessionária deverá fazer investimentos para a ampliação e manutenção dos aeroportos leiloados.

Nos primeiros 180 dias do contrato, a concessionária deverá realizar ações imediatas de melhorias e adequações de banheiros e fraldários; revitalização e atualização das sinalizações de informação dentro e fora do Terminal de Passageiros (TPS); disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o TPS; revisão de sistemas de climatização, escadas rolantes, esteiras rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens; entre outras intervenções.

Nos primeiros 36 meses, chamado de fase 1B, deverão ser feitas adequações de pista à ampliação de pátios de aeronaves, passando pela ampliação da capacidade de processamento de passageiros, além de melhorias nas condições gerais de segurança operacional.

No aeroporto de Aracaju, na fase 1B, deverá ser ampliada a capacidade de processamento de passageiros atendendo o parâmetro baseado em recomendações da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA, e elevar percentual mínimo de processamento de passageiros em pontes de embarque a 65% para voos domésticos e a 95% para voos internacionais.

Por Karla Pinheiro

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